- A subsidiária italiana da SNCF recebeu sinal verde para operar trens de alta velocidade na Itália, com início previsto em setembro de dois mil e vinte e sete.
- A SNCF oferecerá até treze viagens de ida e volta nos corredores Turim-Nápoles e Turim-Veneza, criando cerca de quatro mil empregos diretos e indiretos.
- A rede italiana deverá contar com quinze trens TGV M disponíveis para operação.
- Os trens TGV M devem entrar em operação primeiro na França a partir de julho do próximo ano, na linha Paris-Lyon-Marselha, e foram adaptados para velocidades até duzentos quilômetros por hora na Itália.
- A Renfe opera atualmente apenas em serviços regionais na Itália.
A SNCF recebeu autorização para atuar com trens de alta velocidade na Itália, com início previsto para setembro de 2027. A operação disputa espaço com a Trenitalia estatal e a private Italo, em um contexto de competição pelo corredor férreo de alto desempenho.
Segundo o cronograma anunciado, a alocação de trechos já está definida e os trens franceses poderão operar nos trajetos Turim-Nápoles e Turim-Veneza. A medida implica mudanças significativas na malha ferroviária italiana e no planejamento de investimentos.
A decisão coloca a França à frente da Renfe, que atualmente opera apenas serviços regionais no país. A mudança envolve impactos na oferta de capacidade e na geração de empregos no setor.
O que a SNCF oferece
A proposta prevê a disponibilidade de 15 trens TGV M na rede italiana. Esses trens, fabricados pela Alstom, passaram por adaptações para atender a velocidades máximas compatíveis com a infraestrutura local, que restringe velocidades acima de 200 km/h em parte da rede.
A operadora francesa promete realizar até 13 viagens de ida e volta entre Turim e as rotas Turim-Veneza e Turim-Nápoles. A expectativa é de criação de cerca de 4 mil empregos diretos e indiretos com a entrada em operação.
Desdobramentos esperados
A entrada da SNCF busca ampliar a concorrência e estimular investimentos no setor. A implementação também dependerá de ajustes logísticos, infraestrutura e aprovação regulatória adicionais, conforme avanços nos próximos meses.
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