- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comparou a imigração na Europa a uma “invasão” similar ao Dia D.
- O discurso foi feito no Cemitério Americano da Normandia, durante a cerimônia dos 82 anos da data, em Colleville-sur-Mer.
- Ele citou praias na Espanha, Itália, Grécia e Bulgária como exemplos dessa invasão ideológica.
- As falas acompanham críticas frequentes de Washington à Europa, sobre defesas, imigração e censura de vozes conservadoras.
- Hegseth pediu alianças mais fortes entre os países, dizendo que a América liderará, mas que aliados devem estar com os EUA “ombro a ombro” na linha de frente.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, comparou a imigração europeia ao Dia D, durante uma cerimônia de 82 anos da data, realizada no Cemitério Americano da Normandia, em Colleville-sur-Mer. O discurso ocorreu em tom crítico à gestão da imigração no continente.
Hegseth afirmou que diferentes praias europeias são invadidas por ideologias perigosas, citando países como Espanha, Itália, Grécia e Bulgária. Questionou se as capitais europeias agirão para conter o que chamou de invasão ou se será tarde demais.
Ele ressaltou o papel da aliança entre aliados, defendendo que as nações devem compartilhar responsabilidades. Disse que os homens enterrados na Normandia lutaram juntos, com sacrifício, e que a liderança americana deve estar acompanhada de parceiros realmente comprometidos.
O discurso ecoou críticas frequentes do governo dos EUA à Europa, incluindo defesas mais fracas e burocracia, segundo a leitura de Washington. Hegseth pediu cooperação reforçada entre os países e uma atuação conjunta diante de ameaças.
O também conhecido por críticas à Europa associou o tema a desentendimentos sobre a postura de defesa na OTAN. Afirmou que aliados reais devem agir com ações concretas, não apenas com slogans ou comunicados, mantendo o foco em uma linha de frente comum.
A fala ocorre em meio a tensões militares regionais. O governo americano tem cobrado mais apoio europeu em ações internacionais, como na guerra no Irã, já que Washington busca alianças mais firmes para programas estratégicos.
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