- A União Europeia vetou o Brasil da lista de exportadores de carne por não atender aos requisitos sobre antimicrobianos; a proibição entra em vigor em 3 de setembro.
- Em 2025, a UE comprou 368,1 mil toneladas de carne brasileira, totalizando US$ 1,8 bilhão (aprox. R$ 9,30 bilhões).
- A UE é o segundo maior destino das carnes brasileiras, respondendo por 5,7% do valor total exportado pelo país.
- Para carne bovina, a UE ficou em terceiro lugar entre os compradores, com US$ 1,048 bilhão em 2025 (128 mil toneladas); para carne de frango, foram 230 mil toneladas, rendendo US$ 762 milhões.
- A decisão foi anunciada em 12 de maio e oficializada em 5 jun 2026. A partir de 3 de setembro, o Brasil não poderá exportar carnes para o bloco.
O Brasil pode perder quase US$ 2 bilhões por ano com a decisão da União Europeia de excluir o país da lista de exportadores que cumprem regras sobre antimicrobianos na pecuária. A medida entra em vigor em setembro.
A UE retirou o Brasil da lista de autorizados a enviar carne bovina, de frango, cavalo, além de outros produtos de origem animal, alegando falta de informações para garantir o cumprimento de normas antimicrobianas. A decisão foi anunciada em maio e oficializada em junho.
Segundo dados do Ministério da Agricultura, em 2025 o bloco comprou 368,1 mil toneladas de carne brasileira, totalizando US$ 1,8 bilhão. A UE é o segundo maior comprador do país, respondendo por 5,7% do valor das exportações.
Na mesma linha, o mercado europeu é o terceiro maior destino de carne bovina do Brasil, com US$ 1,048 bilhão em 2025 e 128 mil toneladas embarcadas. A exportação de carne de frango para a UE alcançou US$ 762 milhões em 230 mil toneladas.
O veto foi oficializado após o não atendimento de exigências sobre antimicrobianos, substâncias utilizadas para tratamento e prevenção de infecções na pecuária. A decisão passa a vigorar a partir de 3 de setembro.
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