- Israel atacou Beirute pela primeira vez desde o novo cessar-fogo entrado em vigor, após interceptação de foguetes do Hezbollah no norte de Israel.
- As Forças de Defesa de Israel disseram ter atingido infraestrutura do Hezbollah no bairro de Dahiyeh; a Agência Nacional de Notícias do Líbano informou mira em dois prédios de apartamentos.
- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa Israel Katz disseram que o ataque foi uma resposta aos disparos do Hezbollah em território israelense.
- Este é o terceiro ataque a Beirute desde o acordo de cessar-fogo de meados de abril; os Estados Unidos proibiram Israel de atacar Beirute sob o acordo.
- O Hezbollah rejeitou o novo cessar-fogo, mediado pelos Estados Unidos, no qual Israel se comprometia a não atacar Beirute se o Hezbollah não visasse civis israelenses.
Israel atacou Beirute pela primeira vez desde a vigência de um novo cessar-fogo, após interceptação de foguetes do Hezbollah no norte de Israel. O ataque foi conduzido pelas Forças de Defesa de Israel (FDI).
As FDI afirmam ter atingido infraestrutura do Hezbollah no bairro de Dahiyeh, em Beirute. A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) informou que o alvo foram dois prédios de apartamentos, com imagens que mostram grande coluna de fumaça e danos a uma construção.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, disseram que o ataque foi uma resposta ao fogo do Hezbollah em território israelense. As FDI haviam relatado, pouco antes, o lançamento de dois foguetes do Líbano que foram interceptados.
No contexto político, Netanyahu disse durante a reunião de gabinete que Israel não permitirá disparos em seu território ou comunidades e adotará ações cabíveis. O incidente ocorre pela terceira vez em Beirute desde o retorno do cessar-fogo, acordado com mediação dos EUA na semana passada.
O acordo prevê que Israel se comprometeria a não atacar Beirute se o Hezbollah não visasse civis israelenses; o Hezbollah, porém, rejeitou o novo acordo. O anúncio de cessar-fogo renovado ocorreu com a promessa de evitar ofensivas na capital libanesa, conforme informações de fontes internacionais.
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