- Forças israelenses bombardearam os subúrbios do sul de Beirute neste domingo, poucos dias após a entrada em vigor do cessar-fogo com o Líbano.
- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que as ações foram retaliação a disparos feitos pelo grupo Hezbollah contra o norte de Israel; até o momento, o Hezbollah não assumiu a autoria.
- Moradores relataram três explosões na região urbana de Beirute, sem informações confirmadas sobre alvos ou vítimas.
- Este é o segundo bombardeio a Beirute desde o acordo firmado em 17 de abril, em meio a confrontos contínuos no sul do Líbano.
- Em paralelo, a agência estatal do Irã informou que o ministro do Interior do Paquistão levou uma mensagem ao líder iraniano, buscando facilitar um acordo regional para reduzir tensões e reabrir o Estreito de Ormuz, com apoio de Catar, Turquia e Egito.
Israel realizou novos ataques aéreos contra os subúrbios do sul de Beirute no fim de semana, dias após a entrada em vigor do acordo de cessar-fogo negociado em Washington. O objetivo alegado é retaliação a disparos de fogo do Hezbollah contra o norte de Israel, segundo declarações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Moradores relataram três explosões na região urbana do sul de Beirute neste domingo. Ainda não há informações detalhadas sobre alvos ou vítimas. O episódio marca a segunda ofensiva israelense na área desde o acordo entre Líbano e Israel, assinado em 17 de abril, com confrontos diários no sul libanês.
Netanyahu afirmou que os ataques são uma resposta aos disparos do Hezbollah, que, até o momento, não assumiu a autoria dos ataques contra Israel.
Mudança de tema: diplomacia regional
A agência estatal Iraniana IRNA informou que Mohsin Naqvi, ministro do Interior do Paquistão, chegou a Teerã para entregar uma mensagem do chefe do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, ao líder supremo Ali Khamenei. O conteúdo oficial não foi divulgado.
Naqvi encontrou o ministro do Interior iraniano, Eskandar Momeni, na noite de sábado, e conversou com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, neste domingo. O Paquistão busca apoio de Catar, Turquia e Egito para aproximar Washington de Teerã.
O objetivo diplomático paquistanês é reduzir tensões geopolíticas na região e garantir a segurança necessária para a reabertura do Estreito de Ormuz, sob coordenação regional.
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