- Ataques aéreos russos deixaram pelo menos quatro mortos na Ucrânia, incluindo três em uma vila na região de Zaporíjia, onde outras três pessoas ficaram feridas.
- Um depósito de combustível nuclear na zona de exclusão da usina de Chernobyl foi atingido; o prédio ficou parcialmente destruído, mas o local estava vazio e a radiação permaneceu normal, segundo a Energoatom.
- Na véspera, ataques na região de Dnipropetrovsk deixaram uma pessoa morta, segundo o governador militar local.
- A Força Aérea Ucraniana disse que a Rússia lançou duzentos e trinta e seis drones entre a noite de sábado e a manhã de domingo, com duzentos e quinze interceptados.
- O presidente Volodymyr Zelensky está em Londres para encontro com Emmanuel Macron, Friedrich Merz e Keir Starmer.
Avenidas da Ucrânia foram alvo de ataques aéreos russos entre a noite de sábado e a manhã de domingo, resultando na morte de pelo menos quatro pessoas. A ofensiva mais recente atingiu uma vila na região de Zaporíjia, no sudeste, segundo o governador Ivan Fedorov e a polícia local. Um depósito de lixo nuclear próximo à área foi atingido, acrescentaram as autoridades.
Drones russos também danificaram parcialmente um prédio em um local de armazenamento de combustível nuclear na zona de exclusão da usina de Chernobyl, informou a operadora Energoatom. O prédio estava vazio no momento do ataque e os níveis de radiação permaneceram estáveis.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiga, classificou o episódio como uma ameaça à segurança nuclear, destacando que ataques ocorreram perto de pontos de transporte público. A Agência Internacional de Energia Atômica expressou preocupação com o incidente.
Desdobramentos
Segundo a Força Aérea Ucraniana, a Rússia lançou 236 drones entre sábado à noite e este domingo; 215 foram interceptados. A Defesa russa afirmou ter atingido instalações ligadas às forças ucranianas, sem detalhar alvos.
Enquanto isso, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky participa de reuniões com líderes internacionais em Londres, incluindo Emmanuel Macron, Friedrich Merz e Keir Starmer. O encontro visa discutir apoio e resposta a recentes ataques.
Com AFP
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