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Trump apoia Netanyahu, pede ataques mais precisos no Líbano

Trump reforça alinhamento com Netanyahu e defende ataque mais cirúrgico ao Hezbollah no Líbano, sinalizando apoio aos planos israelenses

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
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  • Trump reforça apoio a Netanyahu, mas pede ataque mais cirúrgico ao Hezbollah no Líbano.
  • Em entrevista pré-gravada ao Meet the Press, Trump disse que ambos estão na mesma página, com divergências pontuais.
  • O presidente norte‑americano afirmou que os EUA podem ajudar ou recomendar a Síria para operações mais precisas.
  • Dois mil e três mil tentos? Não — o texto diz que, desde 2 de março, ataques no Líbano deixaram pelo menos 3.593 mortos e 10.990 feridos, segundo o Ministério da Saúde Público do Líbano.
  • O Hezbollah rejeitou o cessar‑fogo mediado pelos EUA e intensificou os combates no sul do Líbano; Trump havia dito estar perturbado com Netanyahu sobre planos para o Líbano.

Donald Trump reforçou o apoio a Benjamin Netanyahu, mas sugeriu ataques mais precisos contra o Hezbollah no Líbano. Em entrevista pré-gravada ao programa Meet the Press, da NBC, transmitida neste domingo, ele afirmou que ambos estão alinhados, apesar de diferenças.

O ex-presidente dos EUA afirmou que, mesmo com divergências em alguns pontos, ele e o primeiro-ministro israelense se dão muito bem e já tiveram resultados significativos em questões de segurança regional. A fala sucede críticas a planos de Israel no Líbano, que seguem sob avaliação de Washington.

Trump também ponderou sobre alternativas claras para as ações no Líbano, defendendo operações mais cirúrgicas contra o Hezbollah. Ele citou a possibilidade de apoio direto ou de aconselhar a Síria como parte de uma estratégia regional, elogiando o atual governo sírio.

Dados do conflito

O Ministério da Saúde Pública do Líbano informou que, desde 2 de março, as ofensivas realizadas em território libanês resultaram em pelo menos 3.593 mortes e 10.990 feridos, atualizados na manhã de sábado. As ações envolvem intensificação de confrontos no sul do Líbano entre militares israelenses e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.

Um cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e Líbano sofreu abalos após a recusa do Hezbollah, que não participou das negociações. Os combates continuam mesmo com o acordo anunciado.

Contexto e desdobramentos

Na semana anterior, Trump afirmou estar perturbado com Netanyahu sobre determinados planos para o Líbano, enquanto os EUA buscavam acordo de paz com o Irã. As declarações ocorrem em meio a tensões regionais que envolvem atores locais e potências estrangeiras, com atenção mundial aos desdobramentos.

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