- No Peru, segundo turno entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez foi abriu as urnas às 9h e se encerra às 19h, com resultados iniciais esperados algumas horas após o fechamento e apuração final possivelmente demorada.
- Fujimori disputa o voto com a imagem de candidata conservadora, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, enquanto Sánchez é apoiado pelo ex-presidente Pedro Castillo.
- Os eleitores estão preocupados com crime, que tem impulsionado protestos e a deposição da ex-presidente Dina Boluarte.
- Sánchez propõe reformas amplas, incluindo uma nova constituição, revisão de concessões mineiras e aumento de investimentos nas regiões rurais; suas propostas impactaram o mercado financeiro, com queda de ações.
- O pleito ocorre em meio a acusações de fraude no primeiro turno, e a Câmara tem histórico de fragilidade, com três presidentes destituídos nos últimos cinco anos.
Os peruanos iniciaram neste domingo o segundo turno da eleição presidencial. A votação acontece das 9h às 19h no horário de Brasília, em todo o país. O pleito decide entre Keiko Fujimori, candidata de direita, e Roberto Sánchez, apoiado pela esquerda.
Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, disputa o quarto segundo turno de sua carreira. Sánchez representa uma oposição mais esquerda e busca capitalizar a insatisfação com desigualdade e serviços públicos. Ambos aparecem tecnicamente empatados nas pesquisas.
O pleito ocorre em meio a preocupações com crime, violência e instabilidade política. O primeiro turno, em abril, foi marcado por denúncias de fraude, protestos e um Congresso fragmentado que já destituiu três presidentes nos últimos cinco anos.
As campanhas destacam propostas distintas: Fujimori enfatiza garantia de segurança e continuidade de políticas, enquanto Sánchez defende mudanças constitucionais, revisão de concessões mineiras e maior investimento regional. Mercado reagiu com queda de ações na última semana.
Contexto político e econômico
A apuração final pode levar semanas, embora os primeiros resultados sejam esperados nas primeiras horas após o fechamento. O vencedor enfrentará um parlamento fragmentado, com desafios para governabilidade e reformas. O Peru mantém cenário de tensão e incerteza institucional.
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