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Pentágono acusa Alibaba e BYD de apoiar o Exército chinês; Pequim protesta

Pentágono inclui Alibaba e BYD em lista de empresas que supostamente ajudam o Exército chinês; Pequim protesta e pede que Washington pare de reprimir firmas chinesas

Estande da BYD no Salão de Pequim
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  • O Pentágono divulgou uma lista atualizada de empresas chinesas que supostamente ajudam as Forças Armadas, provocando protesto de Pequim.
  • Entre as citadas estão Alibaba, Baidu e BYD, além de outras gigantes chinesas ligadas à inteligência artificial.
  • Duas fabricantes de memória foram reincorporadas: ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies.
  • Alibaba chamou a inclusão de erro e ameaçou medidas legais; Baidu disse que não é empresa militar e pediu a retirada; Pequim pediu que Washington corrija suas práticas.
  • O anúncio ocorre dias após reunião entre Trump e Xi e pode ampliar as tensões entre Estados Unidos e China.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos atualizou nesta segunda-feira uma lista de empresas chinesas que supostamente ajudam as Forças Armadas do país, após encontros entre líderes dos dois países em Pequim. A divulgação levou a protests oficiais de Pequim, que pediu o fim da repressão às empresas chinesas.

A lista inclui Alibaba, Baidu e BYD, além de outras grandes companhias de tecnologia e de veículos elétricos. A atualização vem meses após uma designação anterior que foi retirada sem explicação, e mantém semelhanças com uma versão publicada em fevereiro.

Duas fabricantes de chips de memória, ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies, foram reincorporadas ao documento. autoridades americanas afirmaram que a lista serve como alerta para empresas, governo e público dos EUA.

Reação de Pequim

O porta‑voz do Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou veemente oposição à generalização do conceito de segurança nacional dos EUA e à repressão de empresas chinesas. Pequim pediu que Washington reverta práticas consideradas equivocadas.

Reações das empresas

A Baidu negou ter ligação com o setor militar, classificando as acusações como infundadas e prometeu buscar a retirada da lista. A Alibaba também negou ter relação com atividades militares, classificando a inclusão como erro e sinalizando medidas legais. BYD não emitiu pronunciamento público específico nesta leitura.

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