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Trump pede interrupção de ataques entre Israel e Irã; negociações seguem

Trump pede cessar ataques entre Israel e Irã; negociações de paz seguem sem progresso, com o bloqueio mantido até acordo definitivo

Foto: Gerada por IA
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que Israel e Irã interrompam os ataques, com o bloqueio mantendo-se até um acordo definitivo.
  • Trump afirma que as negociações de paz seguem em andamento e que ambos os lados buscam uma trégua imediata.
  • No Oriente Médio, várias ofensivas ocorreram: duas ondas de mísseis iranianos atingiram Israel e ataques israelenses atingiram alvos no centro e oeste do Irã. A Guarda Revolucionária iraniana disse ter retaliado bases israelenses.
  • O Irã diz estar preparado para um conflito prolongado, caso os confrontos continuem, e ameaça ampliar respostas.
  • As negociações entre Estados Unidos e Irã seguem sem avanços concretos, e o Líbano é apontado como principal obstáculo, com o Hezbollah rejeitando termos do cessar-fogo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta segunda-feira que Israel e Irã interrompam os ataques. Ele afirmou que as negociações de paz estão em andamento e que o bloqueio permanece até que um acordo definitivo seja alcançado. O apelo ocorre em meio a relatos de novos disparos na região.

Trump informou que ambos os lados buscam uma trégua imediata. Segundo ele, as conversas sobre um acordo de paz seguem, mas o bloqueio tarifário ou econômico continua até que haja entendimento entre as partes.

O momento é marcado por tensões no Oriente Médio, com relatos de ataques de mísseis e retaliações entre Israel e Irã. O cessar-fogo firmado em abril enfrenta dúvidas após recentes relatos de hostilidades na região.

Conflitos e retaliações intensificam a tensão

As forças iranianas anunciaram o fim de operações contra Israel, enquanto avisaram sobre ataques mais severos caso Israel atue no Líbano. Autoridades israelenses dizem ter sido alvo de duas ondas de mísseis durante a madrugada.

Em resposta, Israel realizou ataques contra alvos militares no centro e no oeste do Irã. A Guarda Revolucionária afirmou ter atingido bases israelenses, como retaliação, aumentando o risco de escalada regional.

Ambos os lados mencionaram ataques a instalações estratégicas, incluindo uma planta petroquímica iraniana. A escalada representa a crise mais grave desde o acordo de abril.

Negociações entre EUA e Irã seguem sem avanços

Autoridades iranianas dizem estar preparados para um conflito prolongado, caso os confrontos persistam. Fontes militares citadas pela Tasnim afirmam que Teerã pode sustentar operações por tempo indefinido.

O governo iraniano também alertou que pode ampliar respostas caso ataques a interesses continue. A agência Fars relatou que o Irã pode mirar ativos regionais se instalações energéticas continuarem sendo alvo.

O governo iraniano atribuiu aos Estados Unidos a responsabilização pela retomada dos confrontos. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores mencionou coordenação ou apoio de Washington nas ações de Israel.

Líbano visto como entrave para o acordo

O obstáculo principal reside no Líbano, com a exigência de incluir o fim das hostilidades entre Israel e Hezbollah no acordo mais amplo. Na semana passada, Israel e o governo libanês aceitaram cessar-fogo mediado pelos EUA.

No entanto, o Hezbollah rejeitou os termos e afirmou que não aceitará restrições à sua presença no sul do Líbano. Com a recusa, confrontos entre Hezbollah e Israel foram retomados, segundo fontes locais.

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