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Médico de Matthew Perry afirma ter sido traficante, não profissional de saúde

Médico de Matthew Perry recorre, dizendo ter atuado como traficante, não profissional de saúde, para reduzir a pena de trinta meses no caso de cetamina

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  • Salvador Plasencia, médico condenado por fornecer cetamina ao ator Matthew Perry, apresentou recurso à Justiça dos EUA.
  • Ele sustenta que atuava como traficante de drogas, e não como profissional de saúde, quando vendeu a substância a Perry.
  • A defesa afirma que não houve relação médico-paciente legítima, já que Perry não o Procurou para tratamento, apenas para acesso à droga.
  • Os advogados contestam agravantes e alegam que a atuação de Plasencia foi mais parecida com a de outros envolvidos na rede de distribuição.
  • O recurso também pede reavaliação da pena de 30 meses e cita que outras pessoas ligadas ao caso receberam sentenças diferentes, incluindo Jasveen Sangha, condenada a 15 anos.

Salvador Plasencia, médico condenado por fornecer cetamina ao ator Matthew Perry, apresentou recurso à Justiça dos EUA, argumentando que atuava como traficante, não como profissional de saúde, quando comercializou a substância ao artista de Friends. A defesa sustenta que Perry não o procurou para tratamento médico, e sim como acesso à droga.

O recurso contesta a avaliação do juiz, que entendeu que houve abuso de posição de confiança ao fornecer cetamina. Segundo os advogados, a relação entre médico e paciente não existiu, pois Perry buscava apenas uma fonte de droga. O objetivo é reavaliar parte da pena e reduzir a condenação.

Plasencia foi condenado a 30 meses de prisão pela participação no esquema de distribuição da cetamina que antecedeu a morte de Perry em 2023. A defesa alega ainda que houve agravantes indevidos aplicados durante a sentença, incluindo suposta adulteração de registros.

Recurso e alegações

Os advogados afirmam que a atuação de Plasencia foi mais próxima de outros envolvidos na rede de distribuição do que de um médico exercendo a medicina. Com o recurso, pedem uma nova análise da sentença para reduzir a pena.

Entre os réus no caso estão Jasveen Sangha, apontada como distribuidora principal da droga, condenada a 15 anos de prisão. Também respondem Mark Chavez, Erik Fleming e Kenneth Iwamasa, cujo envolvimento varia entre atuação clínica e auxílio à distribuição.

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