- O Ministério da Defesa da Ucrânia instalou 822 quilômetros de redes antidrones em estradas da linha de frente neste ano, com 211 quilômetros apenas em maio.
- A proteção visa salvaguardar as rotas principais do país contra tecnologias de drones utilizados por adversários.
- As estruturas ficam ao longo das estradas, formando túneis com madeira ou metal cobertos por tela, muitas vezes reutilizando malhas agrícolas ou de pesca.
- As redes são usadas principalmente para capturar hélices de pequenos drones de ataque russos, considerada defesa barata e eficiente.
- O esforço é conduzido pelo Serviço Estadual de Transporte Especial, com o Ministério destacando a continuidade da proteção logística perto da linha de frente.
O Ministério da Defesa da Ucrânia instalou 822 quilômetros de redes antidrones ao longo de vias na linha de frente neste ano. Em maio, o ritmo foi de 211 quilômetros monitorados. A proteção busca preservar as rotas estratégicas do país contra tecnologias de origem russa que invadem o território.
As redes são executadas pelo Serviço Estatal de Transporte Especial. Elas aparecem como trechos de madeira ou metal ao longo das estradas, cobertos por tela que cria túneis. Em parte, os componentes são reaproveitados de malhas agrícolas ou de pesca.
A estratégia é voltada principalmente para neutralizar hélices de drones de ataque russos, com custos baixos em comparação a outras defesas. Segundo o jornal Business Insider, a extensão atual permitiria cobertura equivalente entre o norte e o sul da Flórida, nos Estados Unidos.
Funcionamento das redes antidrones
A implantação ocorre ao longo de vias de alta importância logísticas, mantendo a capacidade de passagem em meio a ataques. A logística próxima à linha de frente figura como prioridade constante para evitar interrupções de tráfego.
Especialistas citados pela imprensa destacam a abordagem como defensiva e de baixo custo, com foco na interceptação de componentes giratórios sem exigir sistemas complexos. A medida complementa outras estratégias de proteção às rotas críticas.
Para o Ministério da Defesa, a prioridade contínua é manter vias seguras para o deslocamento de suprimentos e pessoal. As redes são monitoradas e mantidas para garantir funcionamento durante o conflito.
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