- O Comando Central dos EUA disse ter realizado bombardeios adicionais de autodefesa contra múltiplos alvos no Irã nesta quarta, em resposta à agressão contínua do país.
- Trump afirmou, em rede social, que os EUA atingiriam o Irã “com força” novamente, por tempo demais para fechar um acordo, após ataques anteriores.
- Na terça-feira, um helicóptero americano foi derrubado no Estreito de Ormuz; Washington acusou Teerã pela ofensiva, e o Irã prometeu resistência diante de pressões.
- O Irã, por meio do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, reagiu atingindo bases dos EUA e causando explosões em várias cidades e na ilha de Qeshm.
- As tentativas de mediação entre Washington e Teerã estão paralisadas, com ambos os lados mantendo ataques esporádicos desde o cessar-fogo de abril.
O Comando Central dos EUA informou que lançou bombardeios adicionais de autodefesa contra alvos no Irã nesta quarta-feira, em resposta ao que descreve como agressão contínua. A operação ocorreu na sequência de declarações do presidente dos EUA sobre uso de força.
Segundo o Centcom, os ataques atingiram múltiplos alvos militares iranianos, com o objetivo de responder à escalada de hostilidades na região. A nota oficial descreveu as ações como parte de uma resposta proporcional “à agressão injustificada” cometida pelo Irã.
A escalada começou após a derrubada de um helicóptero americano sobre o Estreito de Ormuz na terça-feira, atribuída pelos EUA ao Irã. Em retaliação, o Irã disse ter atingido bases dos EUA em várias localidades do Oriente Médio.
Na sequência, explosões foram ouvidas em ilhas e cidades iranianas próximas ao Golfo, incluindo Qeshm, Bandar Abbas e Sirik, conforme relatos de testemunhas e agências de notícias. Autoridades iranianas disseram que resistirão a pressões externas.
Trump havia anunciado, por meio de rede social, que os EUA atacariam o Irã com força, citando atrasos na conclusão de um acordo. Em resposta, o governo iraniano afirmou nunca ceder a pressões e manteve firmeza na postura diplomática.
O secretário de Defesa dos EUA afirmou que o Irã teve oportunidade de fechar um acordo, mas não o fez, reiterando a disposição de bombardear instalações-chave no Irã. As partes vinham tentando mediação desde um cessar-fogo iniciado em abril, que não foi mantido.
As ações mais recentes ocorrem em meio a tentativas de negociação que permanecem paralisadas. Analistas avaliam que a região segue sob risco de novas escaladas, com impactos potenciais sobre segurança regional e navios no Golfo.
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