Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

FBI desativa sites usados por agentes chineses para recrutar autoridades dos EUA

FBI desativa mais de uma dúzia de sites usados por supostos agentes chineses para recrutar autoridades dos EUA com identidade falsa, IA e roubo de dados

Recrutadores pediam artigos sobre temas sensíveis e pressionavam por informações privilegiadas
0:00
Carregando...
0:00
  • FBI desativou mais de uma dúzia de sites usados por supostos agentes chineses para recrutar autoridades dos EUA.
  • Os sites usavam identidade falsa, inteligência artificial e roubo de informações de empresas reais para parecerem empresas de consultoria.
  • Recrutavam ex-funcionários e atuais com credenciais de segurança, oferecendo vagas como analistas de assuntos internacionais, defesa ou consultoria.
  • Recrutas eram pressionados a fornecer informações confidenciais sobre temas como China-EUA, Irã e o conflito Israel-Palestina; pagamentos ocorreram via criptomoeda e bancos estrangeiros.
  • Os administradores dos sites estavam no exterior e negaram envolvimento de governos; o DoJ acompanha o caso, com relatos de que ao menos um agente estrangeiro orientou a criação de um perfil no LinkedIn.

O FBI desativou mais de uma dúzia de sites usados por supostos agentes chineses para recrutar autoridades dos EUA com credenciais de segurança. Segundo a declaração sob juramento, os sites eram apresentados como fachadas de empresas de consultoria e recrutamento, operando no exterior. A ação envolve várias pessoas não identificadas que criavam vagas para atrair ex-funcionários e funcionários atuais.

De acordo com o documento, recrutadores pediam artigos sobre temas sensíveis como relações entre China e EUA, Irã e conflitos no Oriente Médio, enquanto pressionavam por informações confidenciais ou exclusivas. A investigação aponta que os administradores agiam de forma consciente ou inconsciente em nome do governo chinês.

Os sites eram financiados por criptomoedas e por bancos estrangeiros. Em alguns casos, pagamentos aos recrutados eram realizados a partir de contas situadas nos EUA, originadas no exterior. Não ficou claro se material confidencial chegou a ser compartilhado, conforme a declaração.

Recrutas eram atraídos por vagas como Analista de Assuntos Internacionais (remoto), Analista de Defesa, Empregos para Ex-Militares e posições de consultoria. A depender do cargo, os anúncios eram veiculados em plataformas de busca de empregos como LinkedIn e Upwork, entre outras.

Conforme o FBI, os conspiradores utilizavam identidade falsificada, além de fotos e vídeos gerados por IA, para criar perfis e conteúdos nos sites fraudulentos. A intenção declarada era obter acesso a informações confidenciais mediante pagamentos por relatórios de pesquisa.

Como funcionava o esquema

Pelo menos sete pessoas não identificadas teriam sido recrutadas por meio dos sites. Os recrutadores exigiam tópicos de interesse do governo chinês e buscavam funcionários federais abertos a oportunidades de trabalho, de acordo com o material do FBI.

Resposta das autoridades

O Departamento de Justiça informou que os administradores negaram qualquer envolvimento de governos estrangeiros. As investigações continuam para identificar os suspeitos e apurar a extensão do suposto esquema. As autoridades não divulgaram nomes ou detalhes adicionais dos alvos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais