- Nick Reiner, de 32 anos, pediu acesso a um fundo fiduciário familiar de US$ 1,5 milhão para pagar a defesa, segundo documentos judiciais.
- O fundo faz parte de um plano patrimonial criado em 1993 para os três filhos dos Reiner; deveria render metade ao completar 30 anos e a outra metade cinco anos depois, com distribuições alegadas como obrigatórias.
- Nick é acusado de homicídio em primeiro grau pelo duplo assassinato de Rob Reiner, de 78 anos, e Michele Singer Reiner, de 70, ocorridos em Los Angeles no fim do ano passado.
- Ele permanece preso e já teve defesa inicialmente conduzida por um advogado de celebridades que deixou o caso.
- O caso pode resultar em pena de prisão perpéta sem possibilidade de liberdade condicional ou até pena de morte; a tramitação deve continuar em setembro.
Nick Reiner, filho do cineasta Rob Reiner, pediu acesso a um fundo fiduciário familiar de US$ 1,5 milhão para custear a defesa após ser acusado de matar os pais. O pedido foi apresentado em documentos judiciais em Los Angeles.
O jovem de 32 anos enfrenta duas acusações de homicídio em primeiro grau pelo duplo homicídio de Rob Reiner, 78, e Michele Singer Reiner, 70. Os corpos foram encontrados na residência do casal, em um bairro nobre de Los Angeles, em dezembro.
A petição, apresentada nesta semana, afirma que o fundo deveria ter começado a ser dispendido há dois anos e que as distribuições são obrigatórias, garantindo parte do custeio dos advogados que o representam. O patrimônio foi criado em 1993 pelos pais.
O fundo faz parte de um plano patrimonial para os três filhos do casal. Segundo o documento, metade do montante deveria ser liberada ao completar 30 anos e a outra metade cinco anos depois.
Nick Reiner já teve o apoio de um advogado de celebridades, que deixou o caso recentemente. A defesa alega que os ataques aos fatos do homicídio não estão em debate no litígio sobre o fundo.
Reiner permanece preso. O processo pode seguir para avaliação em setembro, com possibilidade de pena de prisão permanente sem liberdade condicional e, em caso de condenação, até pena de morte.
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