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G7 enfrenta cenário complexo e teste ao multilateralismo coordenado

Macron preside videoconferência do G7 com convidados, buscando consenso sobre Ucrânia, Oriente Médio e combustíveis, em meio a desafios do multilateralismo

Emmanuel Macron de terno sendo entrevistado por jornalistas em evento ao ar livre
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  • Macron vai presidir videoconferência do G7 nesta quinta-feira (11), tratando principalmente dos desequilíbrios econômicos globais.
  • A cúpula de líderes está marcada para a próxima semana em Évian, no leste da França.
  • Estão convidados para a reunião países como Brasil, Coreia do Sul, Índia, Quênia e Egito; China e o Fundo Monetário Internacional também participam.
  • Do G7 participam Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos; a União Europeia também estará representada.
  • Analistas veem o encontro como teste ao multilateralismo coordenado, com expectativa de consenso sobre a Ucrânia e discussões sobre Oriente Médio e preços dos combustíveis.

O presidente francês, Emmanuel Macron, vai presidir uma videoconferência com os países do G7 nesta quinta-feira, 11. O encontro ocorre antes da cúpula de líderes prevista para a próxima semana, em Évian, no leste da França. O tema central é o desequilíbrio econômico global que alimenta tensões comerciais.

Além dos membros oficiais, a videoconferência contará com convidados como Brasil, Coreia do Sul, Índia, Quênia, Egito, China e o FMI. O G7 reúne Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, com participação da União Europeia nas reuniões.

Analisando o cenário, o pesquisador Lier Ferreira, da Universidade Federal Fluminense, afirma que o encontro pode funcionar como teste ao multilateralismo coordenado, sob pressão recente de Washington. Reforços de consenso sobre a Ucrânia são esperados.

Ferreira destaca ainda a possibilidade de diálogo entre as nações sobre a escalada de tensões no Oriente Médio e sobre negociações de preços de combustíveis. Segundo ele, os países convidados pretendem explorar frentes comuns.

O pesquisador aponta que o Brasil pode atuar como articulador, buscando frentes amplas contra medidas protecionistas anunciadas pelo governo norte-americano, principalmente em temas alfandegários. A ideia é ampliar o espaço de cooperação regional.

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