- O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos, no Aeroporto de Miami, apesar de possuir passaporte diplomático e visto.
- A decisão foi explicada pela fronteira como decorrente de associação com suspeitos de membros de organizações terroristas, tornando-o inelegível para admissão conforme a Lei de Imigração e Nacionalidade.
- A administração do presidente Donald Trump informou que não permitiria que qualquer ameaça à segurança ingresse no país, citando remoção acelerada sob a INA.
- Artan disse ao New York Times ter sido interrogado pelas autoridades de fronteira sobre vínculos com o grupo militante somali Al Shabab e afirmou não saber nada sobre o grupo.
- A Somália está entre doze países incluídos na lista de proibição de viagem anunciada pela gestão Trump.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos na segunda-feira, 8 de junho de 2026, no Aeroporto Internacional de Miami. A decisão ocorreu durante o processo de admissão, após inspeção pela CBP.
Artan alegou ao New York Times que foi interrogado sobre vínculos com o grupo militante Al Shabab. Ele afirmou que não tinha conhecimento sobre o grupo.
Segundo uma fonte da administração Trump, o viajante buscava admissão, mas informações depreciativas sobre associação com suspeitos de membros de organizações terroristas tornaram-no inelegível sob a Lei de Imigração e Nacionalidade.
A mesma fonte informou que o caso resultou na admissão negada e na emissão de formulários de remoção acelerada, com base no artigo 8235 da INA. O governo afirma não permitir ameaças à segurança no país.
Contexto e desdobramentos
O governo dos EUA já mantém uma lista de países com restrições de viagem, que inclui a Somália. A administração não detalhou quais evidências exatamente levaram à conclusão sobre Artan.
A assessoria de imprensa de Trump descreveu a decisão como parte de políticas para evitar riscos à segurança. Não houve esclarecimentos adicionais sobre o status futuro de Artan.
A história foi inicialmente veiculada pelo New York Times, citando depoimentos de Artan. A cobertura segue sob avaliação de autoridades e permanece sob consulta oficial.
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