- Donald Trump afirmou que trabalha para que “as pessoas certas” entrem nos EUA durante a Copa do Mundo de 2026, citando casos como o impedimento do árbitro Omar Artan, revistas à delegação de Senegal e vistos negados ao Irã.
- O ex-presidente elogiou a organização da Copa e disse que é a mais bem-sucedida para os EUA, comentando sobre a venda de ingressos pela Fifa.
- Ainda há cerca de 180 mil ingressos disponíveis na plataforma oficial de revenda para 87 dos 104 jogos do torneio.
- Mehdi Taremi, capitão da seleção do Irã, criticou a postura dos EUA e disse que houve tensão no evento.
- A Organização das Nações Unidas pediu que os EUA repensem profundamente a política migratória durante a Copa.
Donald Trump externou críticas sobre os vistos e as entradas de viajantes durante a Copa do Mundo de 2026, em que o mundo acompanha o torneio sob governança do partido Republicano. Em declarações a jornalistas, ele afirmou que busca permitir a entrada apenas de pessoas consideradas adequadas ao país.
Entre os casos mencionados, está o impedimento do árbitro Omar Artan, da Somália, bem como as revistas rigorosas às delegações e a negativa de vistos ao Irã, que geraram controvérsia entre torcedores e autoridades. O ex-presidente afirmou estar trabalhando para que “as pessoas certas entrem no território”.
A entrevista ocorreu em meio a um contexto de políticas migratórias mais restritivas desde que o atual governo assumiu, segundo ele. Trump ressaltou que a organização de eventos esportivos de grande porte tem exigido controle mais rígido de ingresso.
Casos envolvendo equipes e delegações também foram lembrados, com críticas à forma como as operações de controle são conduzidas. O líder americano garantiu ter conversado com a direção da FIFA sobre o tema e ter recebido sinais de que nada parecido com situações anteriores deve ocorrer.
Na manhã de hoje, Mehdi Taremi, capitão da seleção do Irã, validou a preocupação com o clima do torneio, alegando que o ambiente de cordialidade típico de Copas do Mundo não está evidente. A ONU pediu que os EUA repensem profundamente a política migratória durante o evento.
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