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EUA alertam influenciadores sobre monetização de conteúdo com visto de turista

EUA reforçam que visto de turista não autoriza trabalho para criadores de conteúdo na Copa; alternativa é visto de trabalho O-1

Fachada do MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, que receberá jogos da Copa do Mundo de 2026, incluindo a final — Foto: Angelina Katsanis/Reuters
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  • EUA alertam influenciadores estrangeiros que pretendem monetizar conteúdos produzidos no país durante a Copa do Mundo que o visto de turista B-2 não autoriza atividades remuneradas.
  • O descumprimento pode levar a deportação, cancelamento do visto e restrições para futuras entradas; como alternativa, é possível solicitar o visto de trabalho O-1, voltado a profissionais com habilidades extraordinárias.
  • A gestão de Donald Trump planeja intensificar a fiscalização em aeroportos e postos de fronteira para identificar criadores que utilizam visto de turista para trabalhar.
  • O objetivo declarado é proteger empregos americanos, segundo autoridades citadas, incluindo uma fonte que falou sob condição de anonimato ao El País.
  • Casos recentes reforçam a rigidez da política migratória, como torcedores do Irã barrados e um árbitro da Somália deportado.

Os Estados Unidos alertaram influenciadores estrangeiros que pretendem monetizar conteúdos produzidos no país durante a Copa do Mundo usando apenas visto de turista. O alerta envolve o visto B-2, que não autoriza atividades profissionais remuneradas.

Segundo a Alfândega e Segurança Interna, o B-2 proíbe trabalhar ou receber renda. Quem violar pode ter visto cancelado, ser deportado e ter restrições para futuras entradas.

Como alternativa, criadores podem solicitar o visto O-1, destinado a profissionais com habilidades extraordinárias, que permite parcerias comerciais e produção de conteúdo remunerado, conforme o caso.

Vistos e caminhos legais

A gestão de Donald Trump sinaliza aumentar a fiscalização em aeroportos e fronteiras para evitar uso indevido do visto de turistas. O objetivo é proteger empregos locais, segundo autoridades.

Fontes oficiais disseram ao El País que agentes vão intensificar checagens para identificar influenciadores que trabalhem com vistos B-2, gerando renda nos EUA. As ações seriam em pontos de entrada.

Casos recentes chamam a atenção internacional: torcedores iranianos foram impedidos de entrar, enquanto um árbitro somali foi deportado por ligações suspeitas a grupos extremistas.

Contexto da fiscalização

Autoridades ressaltam que o visto B-2 descreve fins de lazer, visitas e tratamento médico, não atividades remuneradas. Mesmo assim, há relatos de criadores que divulgam trips para produzir conteúdo.

A medida de endurecimento migratório no país gera apreensão entre fãs e profissionais que planejam acompanhar ou trabalhar durante grandes eventos esportivos.

Em resumo, especialistas destacam a necessidade de avaliar com antecedência qual visto é adequado para a criação de conteúdo comercial nos Estados Unidos, especialmente em períodos de eventos.

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