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Nova onda de ataques EUA-Irã ameaça acordo de paz e tráfego em Ormuz

Nova rodada de ataques entre EUA e Irã eleva o risco de guerra e ameaça o tráfego no Estreito de Ormuz, enquanto negociações se intensificam

Nova onda de ataques entre EUA e Irã ameaçam acordo de paz — Foto: Reprodução/X
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  • EUA e Irã travam ataques pelo segundo dia, elevando o risco de guerra na região e de bloqueio ao Estreito de Ormuz.
  • O Comando Central dos Estados Unidos disse que as ações foram autodefesa contra vários alvos no Irã, em resposta à agressão contínua; Teerã negou o fechamento total do canal, segundo o Centcom.
  • Explosões foram ouvidas em Qeshm, Bandar Abbas, Minab e Sirik; o Irã afirmou ataques adicionais contra Kuwait e Bahrein.
  • Fontes iranianas à Reuters disseram que as negociações entre as partes se intensificaram, com mediadores paquistaneses, embora as hostilidades continuem.
  • O governo iraniano classificou os bombardeios como violação grave do cessar-fogo; os EUA condicionam qualquer acordo à normalização da navegação no Estreito de Ormuz e a restrições ao programa nuclear.

Os Estados Unidos e o Irã protagonizam ataques mútuos pelo segundo dia, elevando a tensão no Oriente Médio e em torno do Estreito de Ormuz. O governo americano descreveu as ações como autodefesa, sob comando do general-chefe, como resposta à agressão iraniana. O objetivo não é claro, mas envolve pressão para que Teerã aceite condições de Washington.

Testemunhos da imprensa iraniana apontam explosões em Qeshm, próxima a Ormuz, e em Bandar Abbas, Minab e Sirik, no sul do Irã. Ainda não há informações oficiais sobre danos ou vítimas. A guerra teria começado oficialmente à meia-noite45 em Teerã, com intensificação pela manhã local.

AÇÕES E REAÇÕES

  • Centcom nega fechamento do estreito e descreve ataques como resposta a agressões iranianas.
  • Trump havia sinalizado continuidade de bombardeios caso não haja acordo; Hegseth repetiu esse tom.

Desdobramentos diplomáticos

Fontes iranianas à Reuters indicaram que negociações entre as partes se intensificaram, mesmo com os ataques. O regime iraniano afirmou ter fechado o Estreito de Ormuz para navios, inclusive petroleiros, o que o Centcom negou.

O Irã também afirmou ter retaliado com ataques contra alvos americanos no Kuwait e no Bahrein. Autoridades kuwaitianas disseram ter interceptado projéteis e suspendido temporariamente o espaço aéreo. No Bahrein, sirenes foram acionadas sem detalhes oficiais. A Jordânia informou interceptação de 20 mísseis iranianos visando Azraq.

Posições e contexto

O Ministério das Relações Exteriores do Irã chamou os bombardeios dos EUA de grave violação do cessar-fogo de abril e alertou sobre consequências perigosas. O vice-ministro Kazem Gharibabadi reforçou que ataques não podem ser vistos como legítima defesa. Assim, Teerã exige espaço econômico e fim das hostilidades para preservar o regime.

Estados Unidos condicionam qualquer acordo à normalização da navegação em Ormuz e a limitações ao programa nuclear iraniano. O cenário permanece incerto para o mediador paquistanês e para a comunidade internacional, diante do aumento dos preços do petróleo e da instabilidade regional.

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