- a Nova Zelândia pode precisar pagar até NZ$ 5 bilhões ($ 2,9 bilhões) caso compre créditos de carbono internacionais para atingir metas de redução de emissões até 2030, previstas no Acordo de Paris.
- o Tesouro do país realizou uma análise que modelou cenários para o uso de um mercado de carbono supervisionado pela Organização das Nações Unidas.
- esse mercado permitiria que o país contabilizasse reduções de algumas de suas próprias emissões financiando atividades de combate à poluição no exterior.
- as simulações avaliam diferentes caminhos e custos associados ao uso de créditos de carbono adquiridos no exterior para cumprir as metas climáticas.
Nova Zelândia pode ter que pagar até NZ$ 5 bilhões se adquirir créditos de carbono no exterior para cumprir as metas de redução de emissões de 2030, previstas no Acordo de Paris.
A análise da tesouraria do país modela cenários de uso de um mercado de carbono supervisionado pela ONU, que permite contabilizar reduções nacionais financiando atividades para reduzir a poluição fora do país.
O estudo avalia custos sob diferentes cenários de créditos internacionais, destacando o peso financeiro para o atingimento das metas climáticas, caso o país escolha essa estratégia para compensar emissões.
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