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Refugiados e deslocados diminuem após década de alta, diz Acnur

Após uma década de alta, refugiados e deslocados caem 4% em relação a 2024, somando 117,8 milhões, aponta ACNUR

O Brasil é um dos principais países abrigando refugiados venezuelanos, com 699 mil
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  • A população global de refugiados e deslocados caiu 4% em relação a 2024, totalizando 117,8 milhões.
  • O recuo ocorre após uma década de movimentos contínuos de altas, segundo o Acnur.
  • Brasil é um dos países com grande número de refugiados venezuelanos, totalizando 699 mil.
  • A mudança reflete variações em fluxos migratórios e condições em regiões de origem, trânsito e retorno.
  • Dados foram divulgados pela Agência da ONU para Refugiados (Acnur) e tratam de refugiados, deslocados internos e apátridas.

Em 2025, após uma década de altos índices, a população global de refugiados, deslocados internos e solicitantes de asilo caiu 4% em relação a 2024, totalizando 117,8 milhões, segundo o ACNUR. A queda marca a primeira retração após anos de crescimento.

O relatório da agência destaca que a redução ocorreu mesmo em meio a crises prolongadas em várias regiões, mas não aponta uma única causa. Os contextos de proteção e as dinâmicas de migração continuam a evoluir conforme conflitos, violações de direitos e desastres naturais podem se combinar de formas distintas.

Contexto regional e de acolhimento

A ACNUR alerta para diferenças entre continentes e países na forma de abrigar deslocados, com algumas regiões mantendo pressões proporcionais aos fluxos de refugiados. A agência reforça a necessidade de proteção internacional estável e de soluções duradouras para quem vive em situação vulnerável.

Brasil entre os principais destinos

O Brasil figura entre os países que acolhem grande contingente de refugiados venezuelanos, com cerca de 699 mil pessoas nesse status. A presença venezuelana no país permanece como um componente relevante do cenário de migração regional, segundo informações associadas à cobertura da reportagem.

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