- O Irã avançou militarmente desde o início do conflito com os EUA, segundo o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan, que afirma contar com apoio internacional.
- Trevisan aponta que o Irã recebeu armamentos novos, principalmente da Rússia, o que ajudou a equilibrar o bombardeio aéreo sofrido pelo país.
- Segundo o professor, grandes veículos de imprensa dos EUA teriam evidências de que ataques em bases americanas no Qatar e em Bahrein foram guiados por satélites chineses, configurando orientação tecnológica chinesa aos mísseis iranianos.
- O professor afirma que a China não participou diretamente, mas orientou os mísseis iranianos, e sustenta que o Irã é hoje uma potência militar bem maior do que no início da guerra.
- Na região, um projétil dos EUA atingiu um navio de carga que passava pelo estreito de Ormuz, em Omã, deixando a embarcação parcialmente submersa; as forças americanas disseram ter alvo em instalações de vigilância, comunicações e defesa aérea no Irã.
O Irã teria ampliado sua capacidade militar desde o início do conflito com os EUA, segundo o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan. Em entrevista ao Conexão Record News, ele afirma que o país recebeu apoio externo e avanços significativos na doutrina de combate.
Trevisan aponta que o Irã se preparou internamente para a guerra e destaca recebimento de armamentos russos, que teriam equilibrado o bombardeio aéreos sofrido pelo Irã. Alega ainda que relatos do Washington Post e do New York Times indicam envolvimento indireto da China no direcionamento de mísseis iranianos.
Segundo o professor, há indícios de que o Irã se tornou uma potência militar superior em relação ao início do conflito, efeito de cooperação externa e de tecnologia de ponta recebida.
Incidente no estreito de Ormuz
Um projétil dos EUA atingiu um navio de carga que transportava bens essenciais no estreito de Ormuz, envolvendo Omã. A embarcação ficou parcialmente submersa, conforme relatos preliminares.
Autoridades militares dos EUA disseram ter como alvo instalações de vigilância, comunicações e defesa aérea no Irã durante as operações. Fontes iranianas citadas pela mídia estatal informaram explosões ocorridas em diferentes locais próximos ao estreito.
As informações sobre o ataque e as reações ainda estão em desenvolvimento, com diferentes relatos sobre danos, autores e objetivos das ações.
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