- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que tomará a ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera do Irã em algum momento no futuro próximo.
- Trump disse que os EUA atacariam o Irã com muita força nesta noite.
- A declaração foi publicada na rede social Truth Social pelo líder norte‑americano.
- A ilha de Kharg concentra cerca de noventa por cento das exportações de petróleo bruto do Irã.
- Segundo o texto, os bombardeios marcariam a terceira noite consecutiva de ataques dos EUA ao Irã, mesmo com cessar-fogo em vigor entre os dois países.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, que os EUA planejam tomar a ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera do Irã. A declaração foi feita pela rede social Truth Social e apontou que o ataque ocorreria com muita força ainda naquela noite.
Segundo Trump, o território iraniano seria alvo de operações com objetivo de controlar mercados de petróleo e gás, seguindo um padrão que o presidente citou ter funcionado anteriormente com a Venezuela. A postagem também sugere destruição de capacidades de defesa do Irã, incluindo força aérea e radares.
A ilha de Kharg concentra cerca de 90% das exportações de petróleo bruto do Irã, segundo informações históricas. Trump já havia defendido a tomada de Kharg em entrevistas anteriores, ainda antes de chegar à Casa Branca. Não há confirmação independente sobre as intenções anunciadas.
Contexto estratégico
Se confirmadas, as ações marcariam a terceira noite consecutiva de ataques entre EUA e Irã, apesar de um cessar-fogo em vigor entre os dois países. A imprensa internacional acompanha a evolução dos acontecimentos e possíveis desdobramentos regionais.
O governo dos EUA não detalhou sinais de contato diplomático emergente nem condições para interromper as operações. Autoridades iranianas não se pronunciaram oficialmente sobre o anúncio de Trump até o momento.
Cenário regional
Especialistas destacam que Kharg, caso atendido, afetaria fortemente a capacidade de exportação iraniana e poderia elevar tensões na região. Observadores indicam que a escalada pode influenciar compromissos de aliados e acordos energéticos globais.
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