- Agência iraniana afirmou que notícias ocidentais sobre assinatura de acordo entre EUA e Irã neste domingo são falsas.
- Bloomberg e Reuters haviam indicado que um memorando poderia ser assinado em Genebra, Suíça, no fim de semana.
- Autoridades iranianas dizem que ainda não houve conclusão definitiva e que o texto está sendo finalizado; Genebra era apenas uma possibilidade de local.
- Estados Unidos não confirmaram o acordo; Trump havia indicado que o estreito poderia ser reaberto após a assinatura, possivelmente neste fim de semana na Europa.
- Principais pontos discutidos incluem suspensão de sanções ao petróleo do Irã, descongelamento de fundos e cessação de hostilidades, com questões nucleares a ser tratadas posteriormente.
Uma divulgação de agências iranianas sustenta que notícias sobre assinatura definitiva de um acordo com os Estados Unidos em Genebra não procedem. A informação atribuída a Teerã veio de veículos estatais, mas foi desmentida por uma fonte próxima à equipe de negociações.
Fontes ocidentais haviam apontado a possibilidade de o memorando ser assinado no fim de semana, com referências a conversas entre Washington e Teerã. As reportagens citavam Bloomberg e Reuters, que buscaram confirmar o andamento dos trabalhos.
Contexto e confirmações
O governo dos EUA não confirmou a assinatura, e o próprio presidente afirmou que o acordo poderia ter avanço rápido, sem detalhar datas. Em resposta, opositores e analistas ressaltaram que as negociações têm passado por ajustes contínuos e não garantem um desfecho imediato.
Informações de autoridades iranianas indicaram que o texto em negociação ainda estava em rascunho e que Sanções, recursos congelados e ocorrências militares compõem itens sensíveis. A redação também envolve questões estratégicas regionais de segurança, incluindo o Líbano.
Perspectivas e desdobramentos
Segundo relatos, não há confirmação de local definitivo para a assinatura, com Genebra surgindo como possibilidade. Observadores destacaram que as negociações ocorrem em meio a preparativos para cúpulas internacionais, o que pode influenciar o calendário.
Analistas ressaltam que, mesmo com avanços relatados, as partes mantêm posições distintas sobre temas nucleares, sanções e retirada de forças. A comunicação oficial entre os governos permanece cautelosa e sem confirmações públicas de acordo assinado.
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