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Baleia Timmy sobrevive pelo menos 4 dias após ser solta

Baleia Timmy, solta em alto-mar após resgate controverso, percorreu 215 quilômetros antes de morrer; carcaça encontrada na Dinamarca

Corpo da baleia-jubarte Timmy foi encontrado na costa dinamarquesa
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  • Baleia-jubarte conhecida como Timmy morreu entre os dias 6 e 7 de maio, cerca de quatro dias após ser solta em alto-mar no Mar do Norte em 2 de maio.
  • O animal percorreu 215 quilômetros após a soltura, conforme dados do rastreador.
  • A carcaça foi encontrada em 14 de maio ao largo da ilha dinamarquesa de Anholt, no Kattegat; confirmaram ser Timmy.
  • A baleia tinha pouco mais de 12 metros de comprimento e havia encalhado diversas vezes na costa alemã; não foram identificados ferimentos graves.
  • Autoridades não veem evidência de que o transporte ou a soltura tenha contribuído para a morte; o plano é processar a carcaça para biodiesel e farinha de carne e ossos.

A baleia-jubarte conhecida como Timmy, que encalhou diversas vezes na costa da Alemanha, foi solta em alto-mar em 2 de maio. Três dias depois, até onde indicam dados de rastreador, a baleia percorreu 215 quilômetros antes de morrer. A carcaça foi encontrada no Kattegat, perto da ilha dinamarquesa de Anholt.

Segundo o secretário do Meio Ambiente de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Till Backhaus, o sinal do rastreador foi interrompido quando Timmy sumiu sob a água. A estimativa aponta morte entre 6 e 7 de maio. A causa exata permanece sem confirmação.

Em 14 de maio, a carcaça foi localizada ao largo de Anholt. Autoridades dinamarquesas e alemãs confirmaram tratar-se da mesma baleia. Tamara Narganes Homfeldt, bióloga da WDC, disse que o estado de saúde debilitado explica possível deslocamento para águas rasas.

Desfecho e avaliação técnica

A baleia media pouco mais de 12 metros. Exames iniciais, realizados no início de junho, indicaram que era uma fêmea, sem ferimentos graves aparentes. Não houve indícios de redes de pesca ou danos internos relevantes, segundo as autoridades.

Backhaus afirmou que não há evidências de que o transporte ou a soltura contribuíssem para a morte, avaliando a operação como legal e profissional. A decisão de resgatar foi controversa, mas prevista como necessária pela época.

A expectativa é analisar dados adicionais, como temperatura da água, profundidade, alcance e velocidade de nado, além de resultados de exames, nas próximas semanas ou meses para entender melhor o caso.

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