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Drone marítimo resgata tripulantes após helicóptero abatido no Hormuz

Drone marítimo Corsair resgata dois tripulantes de helicóptero no estreito de Hormuz; primeira operação de resgate com embarcação não tripulada, com planos de expansão do uso

Drone marítimo "Corsair", usado para salvar membros da tripulação de um helicóptero do Exército dos EUA que caiu no litoral de Omã, no Oriente Médio
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  • Um drone marítimo Corsair foi usado para resgatar dois membros da tripulação de um helicóptero do Exército dos EUA que caiu no litoral de Omã, no início desta semana, sendo o primeiro caso publicamente conhecido de resgate com embarcação não tripulada.
  • O incidente ocorreu após o helicóptero Apache ter sido abatido pelo Irã perto do estreito de Hormuz.
  • O resgate levou cerca de duas horas, e os dois soldados foram tirados com segurança e estão em condição estável.
  • O Corsair é fabricado por uma empresa com sede no Texas; a Marinha dos EUA encomendou unidades autônomas por US$ 392 milhões no ano passado.
  • Embora possa operar de forma autônoma, especialistas indicam que, nesta missão, o drone provavelmente foi controlado manualmente para chegar ao local exato e içar os tripulantes.

Um drone marítimo foi utilizado para resgatar dois tripulantes de um helicóptero do Exército dos EUA que caiu no litoral de Omã no início desta semana. O resgate ocorreu na região do estreito de Hormuz, sob operação da Força-Tarefa 59. Em aproximadamente duas horas, os soldados foram retirados com segurança e estão em estado estável.

O drone foi identificado pela Marinha dos EUA como o modelo Corsair, fabricado por uma empresa com sede no Texas. O equipamento mede cerca de 7,3 metros, suporta até 450 kg de carga e pode atingir velocidades superiores a 64 km/h. A missão destacou o uso crescente de plataformas não tripuladas na região.

Detalhes do equipamento

Especialistas entendem que o Corsair, com câmera 360 graus, radar de navegação e sensor para captar comunicações, tem potencial de transportar três a quatro pessoas, dependendo da configuração. A Marinha já opera cerca de 50 unidades dessa linha de drones.

Contexto operacional

O Corsair integra a recém-criada Força-Tarefa 59, primeira unidade naval dedicada a sistemas não tripulados, estabelecida em 2021. O Pentágono planeja ampliar o emprego de drones na região, com contrato de US$ 392 milhões para embarcações autônomas firmado no ano anterior.

Sobre a missão

Embora possa operar de forma autônoma, a missão de resgate provavelmente foi conduzida por controle remoto para precisão no local. O uso do drone reduz riscos para equipes, sobretudo em situações de alto risco como o estreito de Hormuz.

Reações e informações oficiais

O Centcom confirmou o resgate e a localização dos dois soldados, que foram içados por helicóptero após o resgate inicial. As autoridades destacaram que a operação reforça a utilidade de drones em missões de salvamento em ambientes hostis.

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