- O Irã disse que o acordo para encerrar o conflito com os EUA nunca esteve tão próximo, com um texto final consensual alegadamente alcançado pelo governo iraniano.
- O Paquistão, mediador, afirmou que trabalha em estreita colaboração com ambas as partes para definir os próximos passos.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, reforçou a declaração, mencionando que o texto final do acordo foi alcançado.
- O presidente americano, Donald Trump, republicou a declaração iraniana e afirmou que os detalhes divulgados pela imprensa não correspondem aos termos acordados.
- Segundo as negociações, há expectativa de assinatura em breve na Europa, com condições que envolvem fim de bloqueios, sanções e reconstrução econômica do Irã, além de segurança no Estreito de Ormuz.
O Irã afirma que o acordo para encerrar o conflito com os EUA está próximo. Segundo o ministro das Relações Exteriores iraniano, Seyed Abbas Araghchi, o texto final consensual do acordo de paz recebeu avanços significativos.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que atua como mediador, reiterou a avaliação de que houve avanço substancial. Ele mencionou que o Paquistão trabalha com as duas partes para definir os próximos passos.
As negociações ocorrem com a mediação paquistanesa. Os EUA não participam diretamente das conversas, que visam ampliar o cessar-fogo e tratar de temas centrais, incluindo o programa nuclear iraniano.
Progresso e desdobramentos
O governo paquistanês afirmou que as partes estão alinhadas para avançar para a etapa final do texto. Relatórios indicam que o acordo envolve condições sobre enriquecimento, sanções, reconstrução econômica e o papel do Conselho de Segurança da ONU.
Autoridades iranianas divulgaram detalhes considerados pelos EUA como divergentes. O Irã exige o fim de sanções, apoio econômico e garantias para o desbloqueio de ativos, além de assegurar o reabertura de vias de transporte no Golfo.
Contexto regional e ações militares
Nos últimos meses, EUA e Irã realizaram ataques-relâmpago em resposta a ações mútuas, elevando a tensão na região. A escalada ocorreu mesmo com avanços aparentes nas negociações, que incluem também mudanças na situação no Estreito de Ormuz.
O governo dos EUA afirmou que quaisquer benefícios econômicos seriam condicionados ao cumprimento iraniano. O Irã, por sua vez, defende que o acordo requer condições específicas de desbloqueio financeiro e de contenção de atividades militares.
Reações internacionais
Líderes de várias nações pediram contenção e retorno ao cessar-fogo. Países aliados, além do Paquistão, enfatizaram a necessidade de reduzir a escalada e manter o foco em soluções diplomáticas para o Oriente Médio.
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