- Hananya Naftali concedeu entrevista exclusiva ao Guiame em Israel para falar sobre a realidade no país e contestar a visão da imprensa internacional.
- Ele afirma que Israel é uma democracia comprometida com valores democráticos e que a vida inclui convivência entre judeus e árabes, com exemplos como árabes atuando como médicos e ao lado de israelenses no serviço público.
- O jornalista diz que o problema é o Hamas, não o povo árabe, e critica a tendência da mídia de rotular pessoas ou grupos de forma generalizada.
- Naftali sustenta que Israel é a única democracia da região, oferece liberdade de expressão e de protesto, e cita que manifestantes que se opõem ao governo voltam para casa sem perseguição.
- O ex-assessor de mídia do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também destacou sua trajetória nas Forças de Defesa e afirmou amar o povo palestino e não ver o povo iraniano como inimigo.
Hananya Naftali, jornalista israelense e influenciador pró-Israel, concedeu entrevista exclusiva ao Guiame, em solo israelense. Ele diz que a imagem criada pela imprensa internacional não reflete a realidade vivida no país e ressalta o compromisso de Israel com valores democráticos.
Em tom direto, Naftali afirma que não encara árabes como inimigos nem iranianos como adversários. Ele critica a tendência de rotular grupos inteiros e destaca que o problema, se houver, costuma ser um grupo específico, como o Hamas, não toda a população árabe.
Segundo o entrevistado, a vida em Israel difere do retrato de tirania transmitido por parte da mídia. Ele relata ter servido ao lado de árabes no Exército e ser atendido por médicos árabes em diferentes situações, enfatizando que a convivência existe no cotidiano.
Democracia e convivência em Israel
Naftali reforça que Israel é uma democracia com liberdade de expressão e direito ao voto. Segundo ele, pessoas podem protestar contra o governo sem sofrer retaliação, desde que dentro dos limites legais.
O entrevistado alerta para a percepção internacional sobre o país, apontando que Israel não é uma ditadura e que os jovens têm espaço para atuação pública. Ele diz que a maioria dos israelenses deseja a paz e não nutre hostilidade específica contra árabes.
Carreira e vínculos com o governo
Naftali atuou nas FDI, combatendo o Hamas durante a Guerra de Gaza em 2014, além de atender civis sírios como socorrista de combate. Anos depois, trabalhou como assessor de mídias sociais do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, por oito anos.
Ele descreve a experiência como transformadora, destacando a oportunidade de compreender como combater informações enganosas. O influenciador afirma que o país enfrenta um desafio com narrativas falsas, e que o aprendizado com o premier foi um marco de sua vida pública.
Observações finais
A entrevista traz visão de quem vive a política e a segurança de Israel, enfatizando convivência entre judeus e árabes no cotidiano. O relato busca oferecer leitura alternativa à cobertura midiática dominante, sem generalizações sobre povos ou religiões.
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