- Donald Trump enviou alerta a influenciadores estrangeiros que monetizam conteúdos nos EUA, dizendo que atividades remuneradas podem exigir autorização e levar a visto cancelado, deportação ou dificuldades para retornar.
- A orientação alerta que quem entra nos EUA com visto de turista não pode exercer atividades profissionais remuneradas no país.
- Virginia Fonseca e Jon Vlogs estão nos Estados Unidos para a Copa e produzem conteúdo; eles podem ficar de fora da restrição por terem cidadania norte‑americana (Virginia) e passagem de cidadania/green card (Jon).
- Virginia grava em Nova York para a WePink; Jon, que está com um grupo em um motorhome, declarou que pode gravar desde que o celular permaneça com ele, sugerindo uma forma de contornar a regra.
- A situação evidencia como regras migratórias podem impactar criadores de conteúdo durante grandes eventos, com foco na monetização de publicações no território americano.
A notícia traz o alerta de Donald Trump a influenciadores estrangeiros que monetizam conteúdos nos Estados Unidos. Virginia Fonseca e Jon Vlogs estavam no país cobrindo a Copa do Mundo e gravando para seus seguidores, enquanto o governo enfatizava regras para monetização de postagens com visto de turista.
O princípio é claro: estrangeiros com visto de visitante não podem realizar atividades profissionais remuneradas no território. Dependendo da situação, produzir conteúdo pago pode ser visto como trabalho, exigindo autorização específica. Violações podem trazer cancelamento de visto, deportação e dificuldades para retornar aos EUA.
Virginia Fonseca nasceu nos EUA, em Connecticut, o que lhe confere cidadania por nascimento. Criadora brasileira criada entre o Brasil e os EUA, ela atua como influenciadora internacional. Jon Vlogs estudou em escolas americanas e passou a produzir conteúdo já na adolescência.
Jon Vlogs, que acompanha outros criadores em um motorhome, afirma, sem usar a linguagem formal, que tem cidadania e que, em sua visão, a regra pode ser contornada para quem é cidadão. Ele acrescenta que, segundo ele, a circulação de conteúdo pode ocorrer sem violar normas, desde que respeite a documentação.
A dupla tem gravado em Nova York, ano após ano, com contratos de publicidade para marcas como a WePink. Enquanto a discussão sobre as regras permanece, a dupla continua a cumprir a agenda de gravações relacionada à cobertura da Copa, conforme apurado pela cobertura de metrópoles.
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