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Amorim diz que acordo EUA-Irã, se confirmado, será grande notícia

Assessor Celso Amorim diz que, se assinado, acordo entre EUA e Irã seria grande notícia, com impacto global e possível reabertura do Estreito de Ormuz

Celso Amorim
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  • Celso Amorim, assessor para assuntos internacionais da Presidência, disse à CNN que torce pela assinatura de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.
  • O Paquistão informou que o acordo será assinado na próxima sexta-feira, 19 de junho.
  • O presidente Donald Trump confirmou a informação, e a mídia iraniana disse que Washington foi levado a assinar o acordo.
  • Com o anúncio, espera-se a reabertura do Estreito de Ormuz e o preço do petróleo caiu cerca de 4% nas horas seguintes.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve comemorar a eventual assinatura ao chegar à França para o encontro do G7.

O assessor para assuntos internacionais da Presidência, Celso Amorim, disse à CNN que torce pela assinatura de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. A declaração ressalta que o desfecho seria relevante para a estabilidade global e para a economia mundial, diante do atual conflito.

O Paquistão, mediador, informou que o acordo deverá ser assinado na próxima sexta-feira, dia 19. A notícia foi corroborada por uma mensagem do presidente Donald Trump, segundo fontes da imprensa iraniana.

A expectativa é de que, com a assinatura, haja a reabertura do Estreito de Ormuz e uma redução no preço do petróleo nas semanas seguintes. Analistas veem ganhos potenciais para mercados globais.

A possível assinatura também é alvo de comentários de autoridades brasileiras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode celebrar oficialmente a notícia ao retornar à França para o encontro do G7.

Desdobramentos

Especialistas destacam que o acordo poderia alterar o cenário de sanções e investimentos na região, com impactos em energia, comércio e segurança regional. A confirmação depende de futuros gestos entre as partes.

O acompanhamento internacional continua firme, com países e organizações monitorando a evolução das negociações e as sinalizações de boa-fé de Teerã e Washington. O jornalismo internacional acompanha o desenrolar dos próximos dias.

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