- Israel afirma ter atingido um centro de comando do Hezbollah no Dahieh, nos subúrbios sul de Beirute, após o ataque “alvos aéreos” lançados pelo grupo contra território israelense.
- O Exército de Defesa de Israel (IDF) diz que o ataque ocorreu depois de o Hezbollah ter disparado alvos aéreos em direção a Israel.
- O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o novo ataque mostra que os EUA não cumprem seus compromissos e não têm vontade ou capacidade de fazê‑lo.
- Teerã já disse que o Líbano deve ficar coberto pelo acordo em negociação com Washington. Ghalibaf pediu que se abandone esse caminho.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que um acordo para encerrar a guerra com o Irã seria assinado no domingo, mas o ministério das Relações Exteriores do Irã disse que é preciso esperar para ver a data exata.
Israel realizou mais um ataque no sul de Beirute, alvo Hezbollah, após relatos de possibilidade de acordo entre EUA e Irã. IDF informou ter atingido um centro de comando em Dahieh, em Beirute, após supostos alvos aéreos lançados pelo grupo.
O tema central envolve as Declarações de Mohammad Bagher Ghalibaf, negociador-chefe do Irã, que disse que o ataque recente mostra que os EUA não cumprem seus compromissos ou não têm vontade ou capacidade para fazê-lo. Autoridades iranianas defendem o envolvimento do Líbano no acordo com Washington.
Relatos indicam que o ataque ocorre em meio a rumores sobre um acordo para encerrar o conflito com o Irã. O presidente dos EUA mencionou, sem confirmação oficial, que um pacto seria assinado, abrindo o estreito de Hormuz e impedindo o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã.
A diplomacia iraniana lançou cautela quanto ao cronograma. O Ministério das Relações Exteriores afirmou que será necessário aguardar a data exata de assinatura, sem adiantar prazos. As declarações ressaltam a sensibilidade das negociações.
Desdobramentos na região
- Ações militares recentes elevam a tensão entre Israel, Irã e grupos na região.
- Autoridades israelenses não detalharam danos ou vítimas, mantendo o foco na resposta às ações de Hezbollah.
- Analistas destacam a volatilidade das negociações, com impactos potenciais para a segurança regional.
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