- Líderes do grupo dos sete chegam a evian-les-bains, na França, para a cúpula de 15 a 17 de junho, com foco em Iran e economia global.
- Washington sinalizou acordo preliminar com o Irã para encerrar o conflito, tema que será discutido entre outros assuntos na reunião.
- Trump voltou a ameaçar impor tarifas de 100% sobre vinho francês, a menos que Paris retire o imposto digital sobre grandes empresas norte‑americanas.
- O encontro também deve tratar da guerra na Ucrânia, desequilíbrios econômicos globais e o abastecimento de minerais fora da China.
- Zelenskiy participa e manifestou interesse em encontro com Putin, enquanto Macron reforça posição de resistir a pressões tarifárias e buscar cessar-fogo.
Os chefes de Estado do G7 chegaram a Evian-les-Bains, na França, para a cúpula que acontece de 15 a 17 de junho. O objetivo é discutir o acordo preliminar com o Irã, tarifas propostas pelos EUA e temas como a guerra na Ucrânia e desequilíbrios econômicos globais.
O encontro ocorre em meio à inquietação gerada pelas ameaças de tarifas de Donald Trump, que tentam pressionar Paris sobre o imposto digital de tech americanos. A França mantém posição firme contra tarifas entre países do G7, segundo declarações públicas.
Além do Irã, a agenda contempla a guerra na Ucrânia, o financiamento militar de Kiev e o papel dos aliados na contenção de riscos econômicos globais, com foco na China e nos minerais estratégicos. Macron participa ativamente das negociações.
Acordo com Irã e expectativa de assinatura
Trump sinalizou, em entrevista e em redes sociais, que pode impor tarifas de 100% sobre o vinho francês caso o imposto digital francês não seja revogado, elevando tensões com aliados europeus.
Paralelamente, a cúpula trata da divulgação de um memorando de entendimento entre EUA e Irã, com detalhes ainda não oficiais. A assinatura está prevista para ocorrer na sexta-feira, na Suíça, conforme agenda oficial.
Na véspera, Zelenskiy participou de reuniões com líderes do G7, buscando apoio financeiro e militar para a Ucrânia. O presidente ucraniano reiterou disponibilidade para encontros com Putin, caso haja espaço para diálogo.
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