- Paquistão anuncia que Genebra, na Suíça, será o local da assinatura do acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, na sexta-feira, 19 de junho.
- O Paquistão atuou como mediador; o ministro Ishaq Dar afirmou que o avanço traz confiança aos mercados globais e aos países em desenvolvimento.
- Trump disse que o acordo está concluído e que o Estreito de Ormuz ficará aberto a partir de 19 de junho, com a rota marítima “permanentemente livre de pedágio”.
- O Irã informou que o memorando de entendimento será assinado em Genebra; as negociações devem durar até sessenta dias, dependendo do cumprimento de três compromissos por Washington.
- Reações internacionais: queda no preço do petróleo; a União Europeia elogiou o acordo, enquanto Israel criticou o conteúdo e a forma de participação dos EUA.
O Paquistão informou que Genebra, na Suíça, será o local da assinatura de um acordo de paz entre Estados Unidos, Israel e Irã, marcada para sexta-feira, 19, após semanas de negociação. O anuncio foi feito como parte da mediação paquistanesa no conflito do Oriente Médio.
Segundo apuração, o acordo ainda não teve o texto final divulgado. O governo americano indicou o fim do bloqueio naval aos portos iranianos e a abertura do Estreito de Ormuz, com a promessa de tornar a rota menos onerosa para o comércio global.
O Irã apontou que o memorando já está finalizado e que a assinatura abrira um período de negociações de 60 dias, condicionadas ao cumprimento de três compromissos de Washington, em especial a liberação de ativos iranianos congelados no exterior. Washington rejeitou a condição.
Reação internacional
O mercado de petróleo registrou queda, com os preços atingindo os menores patamares em mais de três meses após o anúncio. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o acordo pode facilitar a reabertura da rota estratégica.
Líderes globais foram citados como apoiadores do acordo, incluindo representantes da China, Turquia, França, Japão e Reino Unido, que destacaram a importância de estabilidade regional para a prosperidade mundial.
Reação em Israel
Ainda sem manifestação oficial de Benjamin Netanyahu, informações de bastidores indicam críticas entre membros do governo a aspectos do acordo. O ministro da Defesa e outros ministros também manifestaram posições divergentes.
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