- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que navios começaram a deixar o Estreito de Ormuz, muitos carregando petróleo.
- Trump disse que a rota ao sul é segura, protegida e livre de problemas, e que há outras vias de navegação disponíveis.
- O anúncio ocorre após um acordo de paz entre Washington e Teerã, que prevê a reabertura da hidrovia.
- A assinatura do memorando seria realizada na sexta-feira, em Genebra, Suíça, com a promessa de reabrir o estreito a todos os navios comerciais.
- O vice-presidente americano, J. D. Vance, afirmou que a via marítima deve permanecer aberta de forma permanente e sem tarifas para navios que passarem por Ormuz.
Donald Trump afirma que navios com petróleo começaram a deixar o Estreito de Ormuz, após acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. A divulgação ocorreu nesta segunda-feira, 15 de junho de 2026, em meio ao anúncio de que o estreito seria reaberto para a navegação normal. O presidente informou que a saída ocorreu pela rota sul, considerada segura e livre de ameaças. A declaração foi feita via Truth Social.
Segundo o governo americano, o bloqueio aos portos iranianos foi suspenso e a hidrovia pode operar sem restrições para navios comerciais. A reabertura ocorre após um memorando de paz assinado no domingo, que encerra o conflito na região e estabelece regras para a passagem de navios pelo estreito.
O estreito de Ormuz é uma rota estratégica que já suportou cerca de 20% do petróleo e do gás natural mundial. A assinatura do memorando está prevista para ocorrer na próxima sexta-feira, em Genebra, na Suíça, segundo informações oficiais. O acordo também prevê coordenação com Omã para a gestão do tráfego.
Detalhes do memorando e impactos operacionais
Uma autoridade iraniana informou que a hidrovia voltaria a aceitar o tráfego de navios comerciais assim que o documento for assinado. A Fars informou ainda a possibilidade de regulamentação do tráfego em parceria com Omã, mudança em relação a posições anteriores de Washington.
O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, comunicou que a abertura seria permanente e sem tarifas, em referência a propostas de cobrança de pedágios defendidas anteriormente pelo Irã. O anúncio reforça a expectativa de normalização dos fluxos comerciais na região, sob supervisão internacional.
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