- Trump disse que navios já começaram a circular pelo Estreito de Ormuz pela rota sul, com muitos carregados de petróleo, após o acordo com o Irã anunciado no domingo; o Irã ainda não confirmou.
- O acordo para encerrar a guerra foi anunciado no domingo e será assinado na sexta-feira, em Genebra, com mediação do Paquistão.
- O Irã afirma que cobrará taxas de navios em Ormuz, embora Trump afirme que não haverá pedágio.
- Trump disse ao The New York Times que Xi Jinping e Vladimir Putin ajudaram a resolver o acordo.
- O presidente afirmou que, se o Irã não tivesse assinado, poderia se tornar um “guardião do Oriente Médio” capturando 20% das receitas da região; também disse ter salvado Israel da destruição nuclear, em comentário ao conflito com Netanyahu.
Após acordo entre EUA e Irã, Trump afirma que navios já circulam pelo Estreito de Ormuz. A declaração ocorreu nesta segunda-feira (15), após o anúncio do acordo de paz no domingo (14). O movimento ocorre pela rota sul, na porção próxima a Omã e à Arábia Saudita.
O Irã, que controla boa parte do tráfego no estreito, ainda não confirmou oficialmente a informação até o fechamento desta edição. O acordo, anunciado no domingo, prevê assinatura formal na sexta-feira (19), em Genebra, conforme a mediação do Paquistão.
Trump disse que muitos navios vão navegar carregados de petróleo para fora do Estreito, pela rota sul, que seria segura. O presidente afirmou também que não haverá pedágio para as embarcações, contradizendo informações de Teerã sobre cobrança de taxas.
Na entrevista ao The New York Times, o presidente americano indicou que Xi Jinping e Vladimir Putin contribuíram para a resolução do conflito com o Irã. Ele mencionou ainda objeções de o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, mas afirmou ter salvado Israel de uma destruição nuclear.
Caso o Irã não assinasse o acordo, Trump disse que o Irã poderia se tornar um guardião regional, capturando cerca de 20% das receitas geradas na área. As informações sobre a participação de líderes estrangeiros foram apresentadas pelo jornal norte-americano.
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