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Trump afirma que o Estreito de Hormuz está aberto; Irã promete cobrar taxas

Trump diz que estreito de Hormuz está aberto; Irã confirma cobrança de taxas de serviços marítimos, gerando incerteza sobre a retomada do comércio

Numerosos barcos de pesca espalhados sobre o mar calmo sob céu azul claro, com montanhas ao fundo à direita.
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  • O presidente dos EUA afirmou que navios já estão saindo do estreito de Hormuz, com muitos carregando petróleo, sinalizando abertura da passagem pela rota sul.
  • O vice-presidente J. D. Vance disse esperar que o texto do acordo seja divulgado ainda nesta semana e que não haja cobrança de pedágio para reabertura de Hormuz.
  • O Ministério das Relações Exteriores do Irã informou que o acordo prevê cobrança de taxas de serviços marítimos para navios que transitarem pela via, incluindo navegação, proteção ambiental e seguro.
  • O acordo entre EUA e Irã tem assinatura formal prevista para sexta-feira, em a Suíça, e houve reação imediata no mercado, com queda de cerca de quatro por cento nos contratos futuros do petróleo Brent e de 4,6 por cento no WTI.
  • O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que França e Reino Unido estão prontos para liderar uma missão militar conjunta para escolta e remoção de minas no estreito, desde que a cobrança de pedágio seja discutida na cúpula.

No dia seguinte ao anúncio de um acordo para encerrar a guerra, o estreito de Hormuz voltou a ser tema de declarações contraditórias entre EUA e Irã. Donald Trump afirmou, via Truth Social, que navios já circulam pelo canal e que a passagem pela rota sul está segura, insinuando retomada do comércio de petróleo. O Irã, por sua vez, disse que cobrará taxas de serviços, não pedágios, para navios que operem pela via.

O vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, informou que espera a divulgação do texto do acordo ainda nesta semana e que não deve haver cobrança de pedágio para reabertura do estreito. Em Teerã, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que tarifas serão cobradas por serviços de navegação, proteção ambiental e seguro, entre outros.

A assinatura formal do acordo está marcada para sexta-feira, na Suíça, segundo informações de aliados. O fechamento do canal havia provocado elevação expressiva no preço do petróleo, com o Brent despencando após o anúncio de abertura. Acordo também é visto como passo para normalizar o fluxo energético global.

Cenário político e militar. O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que França e Reino Unido estão prontos para liderar uma missão de escolta e remoção de minas no estreito, caso o acordo seja confirmado. Macron destacou que a cobrança de pedágios não é aceitável sob o direito internacional, indicando que o tema deve ser discutido na cúpula.

A reportagem acompanha os desdobramentos sobre a reabertura do estreito, as condições de navegação e as implicações para o comércio global, com foco nas declarações oficiais, nos prazos de assinatura e nas possíveis missões de segurança regionais. As informações são apuradas junto a fontes oficiais e agências internacionais.

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