- O primeiro dia do G7 em Évian-les-Bains foi marcado por atraso na sessão sobre a Ucrânia, com Trump, Zelenskyy e Macron ausentes do encontro.
- Keir Starmer participou de atividades diplomáticas, mas ficou em segundo plano diante da ausência dos créditos de uma reunião prevista, gerando questionamentos sobre sua posição.
- O governo britânico destacou que a agenda de Starmer era flexível, com possíveis encontros bilaterais, e manteve o tom de relação cordial com Trump.
- Starmer participou de encontros com Zelenskyy e liderou anunci ao setor de energia, com investimentos francês e indianos que devem gerar mais de mil empregos, além de confirmar a segunda cúpula Reino Unido-União Europeia para 22 de julho.
- Em relação ao Irã, o premiê ressaltou a participação britânica na desminagem do estreito de Ormuz, caso avance um acordo de paz entre EUA e Irã, enquanto Trump sinalizou que não seria necessário grande apoio externo para a livre passagem de navios.
Keir Starmer participou do G7 em Évian-les-Bains, na França, buscando manter a presença britânica no cenário internacional. A reunião sobre o futuro da Ucrânia atrasou e provocou dúvidas sobre a agenda do primeiro-ministro durante o evento. O atraso ocorreu enquanto líderes internacionais não apareciam no salão.
O momento gerou comentários sobre a influência de Starmer no palco global, diante de especulações sobre sua posição política interna. O premiê esteve em contato com assessores para ajustar a agenda e lidar com perguntas de jornalistas sobre possíveis desafiantes políticos domésticos, ligados à byelection de Makerfield.
Em termos de relações internacionais, Starmer participou de encontros com Zelenskyy e outros líderes, destacando investimentos em infraestrutura de energia e tecnologia da informação. O governo ressaltou que as conversas também abordaram sanções à Rússia e cooperação em questões de segurança regional, como desminagem e liberdade de navegação.
Entre os acontecimentos do dia, o premiê também divulgou que a segunda cúpula UK-EU será realizada em 22 de julho, e participou de encontros bilaterais com líderes como o chanceler alemão e o primeiro-ministro canadense. A agenda externa foi apresentada como parte de esforços para reverter dificuldades políticas internas.
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