- Por volta das 2h desta terça-feira, um grupo de cerca de 20 criminosos atacou três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita, Paraguai, a cerca de duas horas de Foz do Iguaçu.
- A Polícia Nacional investiga a possível participação de brasileiros no grupo, conforme declaração do comandante César Silguero ao portal Última Hora.
- Os ataques atingiram o Banco Familiar, o Banco GNB e invadiram o Banco Ueno; na Casa de Câmbio Santa Rita, foi encontrado um artefato explosivo não detonado.
- Durante a ação, um agente da polícia foi rendido, teve a arma de serviço e um fuzil levados; dois suspeitos conseguiram fugir e buscaram abrigo na beira da estrada, houve troca de tiros.
- Os criminosos incendiaram dois veículos, espalharam pregos de pneus e um mandado de prisão foi expedido; autoridades de cidades vizinhas foram alertadas e o Ministério Público foi notificado.
Dois homens armados lideraram um mega-assalto a três bancos e uma casa de câmbio em Santa Rita, no Paraguai, na madrugada desta terça-feira. A ação envolveu cerca de 20 criminosos, que usaram explosivos, armas longas e capuzes para cometer os saques.
A operação ocorreu por volta das 2h, no horário local, conforme informações da Polícia Nacional. Os ataques atingiram o Banco Familiar, o Banco GNB e o Banco Ueno; a Casa de Câmbio Santa Rita também foi alvo.
Um artefato explosivo não detonado foi encontrado na casa de câmbio. No Banco Ueno, duas funcionárias e um segurança foram rendidos, mas não houve confirmação de saques. Nada de valor foi levado até o momento.
Durante a fuga, os criminosos incendiaram dois veículos, um na entrada norte e outro na entrada sul da cidade, e espalharam pregos de pneus para dificultar a perseguição.
Investigação e medidas
As autoridades paraguaias adotam medidas de busca aos suspeitos, com um mandado de prisão expedido. Agentes de Caazapá, Caaguazú e Itapúa foram acionados para apoiar as investigações.
A imprensa local citou o comandante César Silguero, da Polícia Nacional, indicando a possibilidade de participação de brasileiros no grupo. O Ministério Público foi informado e acompanha o caso.
Entre na conversa da comunidade