Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Trump tem histórico de atritos com líderes do G7; relembre quais são

Antes do G7, Trump acumula atritos com Macron, Carney, Starmer, Merz, Meloni e Takaichi, entre guerra no Irã e ataques pessoais; encontro segue com tom neutro

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O G7 na França acontece com um histórico de atritos entre Donald Trump e líderes das maiores potências, segundo comentários do Live CNN.
  • Brigitte Macron apareceu colocando a mão no rosto de Emmanuel Macron, e Trump aproveitou para atacar, dizendo que “essa esposa dele o trata extremamente mal”.
  • Com Mark Carney, Trump mencionou a ideia de anexar o Canadá como 51º estado dos Estados Unidos e chamou Carney de “futuro governador do Canadá”.
  • No Reino Unido, Mark Starmer não apoiou firmemente a guerra no Irã e demorou a autorizar uso de bases britânicas pelos EUA; Trump disse que Starmer “não é Winston Churchill”.
  • Giorgia Meloni criticou as falas de Trump sobre o Papa; Trump retrucou: “pensei que ela tivesse coragem. estava errado”.

O G7, reunido na França, acontece num contexto de atritos anteriores entre Donald Trump e outros líderes das maiores potências. Em passagem pelo noticioso Live CNN, o editor de Internacional, Diego Pavão, reuniu episódios que vão desde divergências sobre a guerra no Irã até ofensas pessoais entre Trump e chefes de governo.

Entre os conflitos destacados, Macron aparece como primeiro exemplo. Há mais de um ano, Brigitte Macron mudou o foco ao tocar o rosto do presidente francês ao desembarcar de um avião, episódio que foi usado por Trump para criticar o líder francês. A relação entre os dois era tensa, com Pavão ressaltando que Macron seguia buscando se apresentar como um interlocutor que influenciava Trump, mas a convivência azedou.

Outro episódio envolvendo o Canadá mostra um tom diferente. Com Mark Carney, Trump mencionou a ideia de transformar o Canadá em 51º estado americano e passou a se referir a ele como futuro governador do Canadá, em vez de líder de governo de um país soberano.

A relação com o Reino Unido também teve retrocessos. Mark Starmer, então líder do governo britânico, não apoiou com vigor a posição sobre a guerra no Irã e demorou para autorizar o uso de bases britânicas pelos EUA, o que irritou Trump. Em resposta, o ex-presidente comparou Starmer a Winston Churchill, sugerindo uma diferença de perfil entre os dois.

Com a Alemanha, Friedrich Merz gerou tensão ao afirmar que os americanos estavam sendo humilhados pelos iranianos. Trump retrucou chamando a Alemanha de país quebrado, elevando o tom da troca diplomática.

A Itália teve participação com Giorgia Meloni, após críticas de Trump ao Papa. Meloni classificou as observações como inaceitáveis, e Trump respondeu dizendo que esperava mais coragem da italiana.

No Japão, Sanae Takaichi entrou na lista de descontentamentos após um comentário sarcástico sobre Pearl Harbor, ligado a pressões para apoio japonês em questões regionais. O episódio foi usado para ilustrar o estilo de abordagem de Trump em temas de segunda guerra.

Apesar de esses atritos, a leitura de Pavão para o encontro do G7 aponta uma impressão de convívio mais tranquilo entre os líderes, com base nas informações disponíveis até o momento analisado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais