- Estados Unidos e Irã assinaram, nesta quarta-feira (17/6), um acordo de paz para encerrar o conflito no Oriente Médio.
- O documento, com 14 pontos, prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, compensações financeiras ao Irã e o fim imediato do conflito.
- A assinatura ocorreu de forma virtual pelo Irã; o porta-voz Esmaeil Baqaei confirmou, citando o Memorando de Entendimento de Islamabad.
- A equipe do presidente dos Estados Unidos, que participa da cúpula do G7, confirmou que o acordo foi oficializado.
- O acordo já está em vigor, incluindo garantia de que o Irã não possuirá armas nucleares, suspensão de sanções norte-americanas e pagamento de compensação financeira.
Os Estados Unidos e o Irã assinaram um acordo de paz para encerrar o conflito no Oriente Médio. O documento, com 14 pontos, foi firmado pelos presidentes Donald Trump e Masoud Pezeshkian. As medidas incluem a reabertura do Estreito de Ormuz, compensações financeiras ao Irã e o fim imediato do conflito.
A assinatura ocorreu de forma virtual por parte do Irã, conforme a agência AFP. Esmaeil Baqaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, confirmou a informação à Irna. Ele destacou que o texto foi finalizado com a assinatura dos presidentes e ressaltou a necessidade de testar a implementação.
Equipe de Trump, que participa da cúpula do G7 na França, também confirmou o acordo. Um integrante do governo afirmou que foi assinado, contestando relatos de uma assinatura pessoal durante jantar com o presidente francês, Emmanuel Macron, no Palácio de Versalhes.
Acordo já está em vigor
Segundo a AFP, os 14 pontos já passam a valer com a oficialização do documento. Entre as previsões, está a garantia de que o Irã não desenvolverá armas nucleares, a suspensão de sanções americanas e a concessão de compensações ao governo iraniano.
O texto também prevê a continuidade de mecanismos de verificação e monitoramento, além de compromissos de cooperação regional para evitar novas escaladas. A expectativa é de que a implementação avance de forma gradual.
Fontes oficiais destacam a importância de manter o ritmo de verificação e de manter canais de comunicação abertos entre as partes. A aprovação ocorreu em meio a tensão histórica na região e a tentativas de evitar novas fases de violência.
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