- EUA e Irã assinam memorando de entendimento para encerrar o conflito iniciado em 28 de fevereiro, que entra em vigor imediatamente.
- Documento já havia sido assinado digitalmente no domingo pelo vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, e pelo principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf.
- Trump assinou o memorando no Palácio de Versalhes, ao lado de Emmanuel Macron; governo dos EUA havia informado que a assinatura ocorreria na sexta-feira, na Suíça.
- Irã e Estados Unidos divulgaram o texto do acordo na tarde de quarta-feira, após uma série de vazamentos para a imprensa, e o entendimento já está em vigor.
- As autoridades não confirmaram oficialmente o reabertura do Estreito de Ormuz até a noite de quinta-feira; há avaliações sobre desdobramentos políticos nos EUA.
O governo dos Estados Unidos e o Irã assinaram um memorando de entendimento com o objetivo de encerrar o conflito entre os dois países. O acordo, apresentado como vinculante, foi assinado numa cerimônia diplomática de alto nível.
Segundo autoridades americanas, o documento já havia sido assinado digitalmente no domingo pelos vice-presidente dos EUA e pelo principal negociador iraniano, com a anuência de Trump. A confirmação oficial chegou após divulgação de imagens oficiais.
Trump, segundo relatos, assinou o memorando no Palácio de Versalhes, nos arredores de Paris, durante um jantar com o presidente francês. O Irã confirmou a assinatura por meio da agência Irna, com o porta-voz Esmail Baghaei destacando que o entendimento já está em vigor.
A divulgação do texto ocorreu na tarde desta quarta-feira, após vários vazamentos. Também houve relatos de formalização eletrônica do acordo provisório na noite anterior, conforme autoridades americanas e imprensa estatal iraniana. Ainda não ficou claro se o Estreito de Ormuz será reaberto.
Analistas ressaltam que a rapidez do acordo pode impactar o comércio global e as relações regionais. No cenário interno dos EUA, a gestão enfrenta críticas de setores da oposição republicana, que argumentam sobre impactos econômicos e eleitorais.
A Casa Branca enfrenta pressão por alta de preços de combustíveis antes das eleições de meio de mandato. O conflito permanece impopular entre parte da população, enquanto o Congresso traça posições sobre o desfecho da crise.
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