- A herdeira ao trono da Noruega, Mette-Marit, realizou um transplante de pulmão com sucesso em Oslo, segundo o Palácio Real; ela tem 52 anos.
- Diagnosticada com fibrose pulmonar desde 2018, sua condição piorou nos meses recentes.
- A recuperação deve exigir internação por várias semanas, com uso de imunossupressores vitalícios; o príncipe Haakon vai ajustar sua agenda para apoiá-la.
- A lista de transplante foi ativada há 12 dias; costuma-se considerar que pacientes nessa situação têm prognóstico próximo de um ano sem transplante.
- O anúncio ocorre pouco tempo após o filho de Mette-Marit, Marius Borg Høiby, ter sido condenado a quatro anos de prisão por dois crimes de estupro, embora tenha pleiteado(apelação) em parte das acusações.
Mette-Marit, 52, realizou um transplante de pulmão bem-sucedido em Oslo, segundo o palácio real da Noruega. A princesa foi diagnosticada em 2018 com uma forma rara de fibrose pulmonar. O agravamento recente da doença motivou a cirurgia.
O hospital informou que a princesa permanecerá internada por várias semanas para observação. O médico responsável, Are Holm, destacou que esse período é padrão para receptores de transplante.
Høiby, filho da princesa, foi condenado a quatro anos de prisão por dois crimes de estupro. O veredito ocorreu dois dias antes do procedimento, e ele pretende recorrer.
O príncipe Haakon ajustará sua agenda oficial para apoiar a esposa durante a recuperação, afirmou o palácio. A decisão reforça o papel da família diante do diagnóstico grave.
Especialistas ressaltam a importância do acompanhamento médico contínuo após o transplante, com uso de imunossupressores ao longo da vida. As perspectivas variam, com taxas de sobrevida a longo prazo.
A notícia é recebida com alívio pela monarquia: a cirurgia representa um marco em meio a um ano turbulento para a família. Em 2018, Mette-Marit havia reduzido compromissos por conta da doença.
Historicamente, o palácio tem mantido atualizações médicas frequentes sobre o estado de saúde da família real, sem detalhar informações confidenciais. As próximas semanas devem trazer novos boletins oficiais.
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