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Lula afirma que todos querem que a guerra na Ucrânia pare

Lula afirma que a guerra na Ucrânia não avança e cobra atuação firme do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas para acelerar o fim do conflito

Lula disse que teve sua “melhor conversa” com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky
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  • Lula afirmou ter tido a melhor conversa com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, durante a cúpula do G7 na França.
  • Disse que a guerra na Ucrânia já deveria ter acabado há mais de um ano e não houve novidades diplomáticas ou militares.
  • Afirma que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU — Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido — têm poder para acelerar o fim do conflito.
  • Reforçou críticas anteriores ao Conselho de Segurança, classificando-o como “omisso” na resolução de conflitos.
  • O encontro sinaliza aproximação entre Lula e Zelensky, com defesa de negociações entre Moscou e Kiev e de iniciativas multilaterais para buscar solução política.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira 17 de junho de 2026 que manteve a melhor conversa com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, durante a cúpula do G7 na França. O tema central foi o conflito na Ucrânia e a necessidade de uma solução política. Lula apontou que o embate não apresentou avanços recentes em termos diplomáticos ou militares.

Segundo o presidente brasileiro, o conflito já deveria ter encerrado há mais de um ano. Ele afirmou que a diplomacia precisa avançar, ressaltando que há uma expectativa de que soluções sejam alcançadas por meio de negociações internacionais. A fala ocorreu em um contexto de aproximação entre Brasil e Ucrânia, após divergências anteriores.

Lula enfatizou que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU — Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido — possuem o poder de veto e, portanto, a capacidade de acelerar o fim da guerra. O presidente brasileiro sugeriu que essas potências deveriam atuar para tirar o conflito do impasse.

Contexto do encontro

A reunião entre Lula e Zelensky ocorreu durante o G7, em França, marco de retomada de diálogo entre Brasil e Ucrânia após divergências anteriores sobre condução diplomática do conflito. O tom foi de busca por soluções multilaterais e de fortalecimento de iniciativas internacionais.

Posicionamento sobre o Conselho de Segurança

Lula reiterou críticas ao Conselho de Segurança da ONU, classificado por ele como omisso em resoluções de conflitos. Ele já havia feito críticas anteriores, em março, ao colegiado, e repetiu a ideia de que o veto dos membros permanentes condiciona ações para a paz.

Desdobramentos e próximos passos

A fala de Lula sinaliza a continuidade de uma linha de atuação que valoriza negociações entre Moscou e Kiev. O governo brasileiro mantém o foco em soluções multilaterais para a guerra, sem apostar em soluções unilaterais. Não houve anúncio de medidas específicas durante a cúpula.

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