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Lula cita Pix como referência do Brasil em tecnologia no almoço do G7

Durante almoço do G7 na França, Lula cita o Pix como referência de inclusão financeira e eficiência digital, em meio a tarifas americanas sobre produtos brasileiros

Em almoço junto à cúpula do G7, Lula criticou a atuação expansiva das big techs
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  • Lula citou o Pix como referência de como dados integrados promovem inclusão financeira e eficiência digital durante almoço do G7 na França.
  • O presidente destacou que o Pix é um sistema de pagamento público e gratuito, usado como base para discutir inovação tecnológica.
  • Ele afirmou a necessidade do engajamento das grandes empresas de tecnologia e defendeu a regulação do ambiente digital para proteger direitos, com atuação ética e segura.
  • Lula criticou as big techs, afirmou que possuem valor equivalente ao de grandes economias e destacou que 2,6 bilhões de pessoas ainda estão desconectadas da internet, alertando que IA pode ampliar desigualdades sem ação.
  • O presidente citou que, entre 2016 e 2021, um único país representou quase noventa por cento das exportações globais de serviços de computação em nuvem (referindo-se aos Estados Unidos) e ressaltou a importância do Sul Global na economia digital, além de defender a ONU.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou o Pix como referência de inclusão financeira e eficiência digital durante almoço do G7 na França, no âmbito de uma discussão sobre inteligência artificial. A fala ocorreu enquanto os chefes de Estado discutiam avanços tecnológicos e políticas públicas.
  • O Pix, sistema de pagamentos criado pelo Banco Central do Brasil, foi destacado por Lula como uma entrega pública que facilita transações sem custos para o cidadão. Segundo o relato do governo, o sistema demonstra como dados integrados podem ampliar o alcance tecnológico do país.
  • A Secretaria de Comunicação Social da Presidência divulgou o conteúdo da fala algumas horas após o evento, que não foi transmitido ao vivo. O governo enfatizou a importância de regular o ambiente digital para proteger direitos e fomentar inovação.

Desdobramentos na agenda tecnológica

  • Lula ressaltou avanços proporcionados pela inteligência artificial e afirmou que o engajamento das grandes empresas de tecnologia é indispensável para um futuro digital seguro, ético e alinhado ao interesse público.
  • O presidente criticou as big techs ao apontar que o valor dessas empresas pode equivaler ao de grandes economias, ao mesmo tempo em que ressaltou que 2,6 bilhões de pessoas ainda não acessam a internet.
  • Em dados citados pelo presidente, entre 2016 e 2021 um único país teria respondido por quase 90% das exportações globais de serviços de computação em nuvem; Lula não confirmou o país, mas a referência é interpretada como alusão aos EUA.
  • O discurso também enfatizou que muitos países do Sul Global continuam inseridos na economia digital como fontes de dados, mercados consumidores e fornecedoras de insumos estratégicos, destacando desigualdades existentes.
  • Lula defendeu a ONU, afirmando que nenhum foro substitui a universalidade das Nações Unidas e a necessidade de cooperação multilateral para temas digitais e tecnológicos.

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