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Lula e Trump se cumprimentam após foto fria no G7: elogio a Bom trabalho

Lula e Trump se cumprimentam rapidamente na cúpula do G7, após atritos recentes; Trump diz "Bom trabalho" a Lula

Lula na cúpula do G7, que está sendo realizada em Évian-les-Bains, na França (Foto: YOAN VALAT/EFE/EPA)
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  • Lula e Trump se cumprimentaram rapidamente na cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França; Trump perguntou se Lula estava bem e disse “Bom trabalho”.
  • Na foto oficial de 16 de maio, os dois não trocaram cumprimento.
  • Os dois se encontraram na Casa Branca no início de maio; desde então, a relação voltou a ficar tensa.
  • Os Estados Unidos designaram o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas, o que o Brasil considerou um desrespeito à sua soberania.
  • O governo americano sinalizou novas tarifas para o Brasil, com sobretaxa de 25% e outra de 12,5% para o Brasil e outros 59 países, por alegadas falhas no combate ao trabalho escravo.

Durante a cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, Lula da Silva e Donald Trump se cumprimentaram rapidamente nesta quarta-feira (17). O encontro ocorreu em um corredor, com outras pessoas ao entorno. A aproximação incluiu um aperto de mãos, com Trump perguntando se Lula estava bem e elogiando o “bom trabalho” antes de seguir.

Na véspera, durante a sessão de fotos, os dois líderes não se cumprimentaram. O histórico recente mostra que Lula e Trump se encontraram na Casa Branca no início de maio, mas a relação entre os dois voltou a enfrentar atritos desde então.

Os Estados Unidos classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas, o que foi visto pelo governo brasileiro como violação de soberania. Paralelamente, após suspender parte de tarifas de 50% em 2025, a gestão Trump sinalizou novas medidas protecionistas. O USTR propôs 25% de sobretaxa sobre produtos brasileiros, e 12,5% para o Brasil e outros 59 países, citando falhas no combate ao trabalho escravo.

Tensões comerciais e políticas

As propostas de tarifas destacam desacordos entre Brasil e EUA sobre práticas comerciais e direitos trabalhistas. O governo brasileiro afirmou manter posição de defesa da soberania nacional diante de pressões externas.

A cúpula do G7, no entanto, segue com a agenda de cooperação entre as nações, enquanto as questões de segurança, comércio e relações bilaterais permanecem em destaque para os próximos dias.

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