- O Paraguai investiga a participação de criminosos brasileiros em um mega‑assalto a três bancos e a uma casa de câmbio em Santa Rita, Alto Paraná, na madrugada de terça‑feira.
- Foram mais de vinte criminosos armados com explosivos, que bloquearam acessos, incendiaram veículos e fugiram após o ataque, que durou entre 10 e 15 minutos.
- O crime apresenta um modus operandi característico do Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo autoridades paraguaias.
- Um grupo de quatro policiais foi surpreendido e cercado pelo bando pouco antes dos assaltos, conforme a Polícia Nacional.
- O ministro do Interior, Enrique Riera, disse que o comando informou o estilo de trabalho comumente associado ao PCC.
O governo do Paraguai investiga a participação de criminosos brasileiros no mega‑assalto registrado na madrugada de terça-feira, 16, em Santa Rita, Alto Paraná. O ataque envolveu três bancos e uma casa de câmbio, com explosivos, bloqueio de vias e incêndio de veículos durante a fuga.
O chefe do Comando Tripartite, Carlos Alberto Dures Rios, afirmou haver indícios de atuação de integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC. A declaração foi feita após análise de relatos de investigações apuradas pelas autoridades paraguaias.
De acordo com a Polícia Nacional, o grupo contava com mais de 20 suspeitos armados. O ataque durou entre 10 e 15 minutos e provocou danos materiais nas unidades atacadas, bem como medo entre moradores da região fronteiriça com o Brasil.
Os criminosos teriam utilizado explosivos para abrir acesso aos estabelecimentos. Durante a ação, houve o bloqueio de rotas de saída e incêndio de veículos para dificultar a resposta policial.
Um relatório policial aponta que, pouco antes do assalto, quatro policiais que patrulhavam o centro de Santa Rita foram surpreendidos pelo grupo armado. Não houve relatos de feridos graves entre a população até o momento divulgados pelas autoridades.
Nesta quarta-feira (17), o ministro do Interior, Enrique Riera, reiterou que o crime apresenta características associadas ao estilo de trabalho do PCC, segundo informações repassadas pelo comandante da polícia. A investigação continua em curso para esclarecer a participação de organizações criminosas de outros países.
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