- O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, pediu a Donald Trump que ajude a alcançar a paz com a Coreia do Norte, citando a resolução do conflito no Oriente Médio como exemplo.
- Trump alimentou o interesse pela Coreia pouco depois de anunciar acordo com o Irã e questionou Lee sobre avanços nas relações intercoreanas durante a cúpula do G7.
- Em resposta, o governo sul-coreano informou que Trump se comprometeu a trabalhar pela distensão na região.
- O Ministério da Defesa da Coreia do Sul anunciou novas normas que ampliam o acesso público à zona fronteiriça, reduzindo a Linha de Controle Civil de menos de dez quilômetros para, em média, seis quilômetros.
- A Coreia do Norte rejeita aproximação, mantendo o tom de hostilidade, e analistas veem baixa probabilidade de encontro entre Kim Jong Un e Trump.
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, pediu a ajuda de Donald Trump para alcançar a paz com a Coreia do Norte, citando a resolução de um conflito no Oriente Médio. A solicitação veio em 17 de junho, segundo o gabinete de Seul.
Trump alimentou o interesse pela Coreia ao publicar, após anunciar acordo com o Irã, uma foto antiga ao lado de Kim Jong Un, sem legenda. O tema voltou a ser discutido durante a reunião do G7 na França.
Durante a conversa com Lee, o presidente sul-coreano solicitou que Trump tome a frente para uma resolução pacífica da questão norte-coreana. O texto oficial afirma que Trump se comprometeu a trabalhar pela distensão.
Avanços na fronteira e reações
O Ministério da Defesa de Seul anunciou novas normas que ampliarão o acesso público à zona fronteiriça altamente militarizada. A Linha de Controle Civil passará de 10 para cerca de 6 quilômetros, facilitando a circulação de civis.
Pyongyang rejeita aproximação, classificando Seul como inimigo. Aponte que a Coreia do Norte considera seu programa nuclear irreversível, mantendo postura de ceticismo quanto a avanços com Seul e Washington.
Analistas enxergam baixa probabilidade de uma reunião direta entre Kim e Trump nas próximas semanas. O tema permanece aberto, com notificações sobre possíveis encontros sendo debatidos por especialistas.
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