- O presidente Trump afirmou, no G7, que o acordo com o Irã não está final e que, se não gostar, o EUA voltariam a atacar o país.
- Trump disse que os EUA não investem no Irã; o entendimento prevê a extensão de um cessar-fogo por mais quarenta dias e novas negociações.
- O acordo, mediado pelo Paquistão, prevê reabertura do estreito de Hormuz e fim do bloqueio naval dos portos iranianos; o conteúdo ainda não foi publicado.
- Segundo a BBC, o entendimento não é um acordo de paz: questões como programa nuclear e alívio de sanções ficam para futuras negociações.
- A assinatura do acordo está prevista para ocorrer em Burgenstock, na Suíça, nesta sexta-feira; negociações técnicas sobre o programa nuclear também devem ocorrer nesta semana.
A poucos momentos da assinatura do acordo com o Irã, Trump e outros líderes mundiais participam do último dia da cúpula do G7 para tratar do tema. O encontro ocorre no contexto de negociações mediadas pelo Paquistão, com a expectativa de que o Memorando de Entendimento ainda não tenha sido divulgado. A assinatura está prevista para a sexta-feira, em Burgenstock, Suíça.
Esclarecimentos sobre o texto do acordo indicam que o documento ainda não está finalizado. As negociações prevêem uma trégua de 60 dias adicionais para avançar as discussões sobre o conteúdo nuclear iraniano e o alívio de sanções, sem concluir um tratado de paz. Além disso, há questões sobre o papel do Irã no conflito entre Israel e Hezbollah.
Situação atual do acordo
Trump afirmou que o acordo não está finalizado e que ainda pode sofrer alterações. O texto final deverá tratar de o que será negociado nos próximos meses e das salvaguardas aplicáveis ao programa nuclear iraniano. Técnicas de verificação e inspeção também estão entre os temas discutidos.
Implicações regionais
Os desdobramentos afetam a região, incluindo Tensões entre Israel e grupos iranianos. A liderança de Israel foi cobrada a adotar postura mais responsável com relação ao Líbano, conforme manifestações durante a cúpula. A situação em torno de Ucrânia também foi mencionada, com apelos para sanções sobre o petróleo russo.
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