- Barreiras físicas secundárias são instaladas entre a porta à prova de balas da cabine de pilotagem e a cabine de passageiros para retardar invasões e dar tempo de fechar a porta.
- As IPSB devem estar em aeronaves recém-construídas desde agosto de 2025; o prazo para uso começou a valer em julho de 2026, para treinamento.
- Não há obrigatoriedade de adaptar aeronaves existentes às IPSB.
- A American Airlines é uma das primeiras a adotar e iniciou a ativação das IPSB a partir de 18 de junho, com os comissários usando as barreiras em vez de carrinhos de bebidas.
- A medida será implementada em parte da frota e não cobre imediatamente todas as aeronaves, especialmente as mais antigas.
A American Airlines começa a ativar as Barreiras Físicas Secundárias Instaladas (IPSBs) em parte de sua frota, a partir de 18 de junho. A medida atende a uma exigência da FAA para reforçar a segurança da cabine de comando. A instalação ocorre apenas em aeronaves novas, não em aeronaves existentes.
O objetivo é retardar invasões à cabine durante o voo, permitindo que a porta seja fechada e travada rapidamente. A IPSB funciona como barreira entre a porta à prova de balas da cabine e a área de passageiros, acionando-se brevemente ao abrir a porta para qualquer saída necessária.
O cronograma envolve aeronaves novas entregues desde agosto de 2025. O prazo completo para uso da barreira foi adiado de julho de 2026 para permitir treinamento adequado. Southwest já utilizou a solução desde agosto de 2025; a American avança com a implantação gradual.
- O que são as IPSB: barreiras secundárias entre cabines, que proporcionam tempo para fechar a porta de piloto durante emergências.
- Por que agora: resposta a riscos de segurança no saguão de bordo e pressões por maior proteção desde incidentes pós-11 de setembro.
- Quem está envolvido: FAA, American Airlines e outras transportadoras dos EUA, com treinamento de tripulações incluso.
As diretrizes não obrigam a adaptação de aeronaves existentes, e nenhuma companhia indicou planos de retrofit imediato. A implementação foca em aeronaves recém-construídas, dentro do marco regulatório vigente.
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